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Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Neste mês de junho comemoramos os santos juninos. São quatros. Vocês conhecem? 

Sinal da Cruz

Vem, vem, vem, Espírito Santo...

Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial: 
Senhor Jesus, assim como São João Batista, também queremos ser testemunhas de sua luz. Amém!

Leitura Bíblica (Lucas 1,57-66.80)

57 Terminou para Isabel o tempo de gravidez, e ela deu à luz um filho. 58 Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido bom para Isabel, e se alegraram com ela. 59 No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60 A mãe, porém, disse: «Não! Ele vai se chamar João.» 61 Os outros disseram: «Você não tem nenhum parente com esse nome!» 62 Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63 Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: «O nome dele é João.» E todos ficaram admirados. 64 No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65 Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia se espalhou por toda a região montanhosa da Judéia. 66 E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: «O que será que esse menino vai ser?» De fato, a mão do Senhor estava com ele.
80O menino ia crescendo, e ficando forte de espírito. João viveu no deserto, até o dia em que se manifestou a Israel.

O que a Palavra diz? 
A) O que aconteceu com Isabel? 
B) O que os vizinhos e parentes dela ouviram dizer? 
C) O que aconteceu no oitavo dia e qual nome queriam dar ao menino? 
D) O que a mãe disse?
E) O que os outros disseram? 
F) O que fez Zacarias? 
G) O que aconteceu com Zacarias depois dele escrever o nome do filho? 
H) O que pensaram os que ouviram a notícia? 
I) Onde João viveu e até quando?

A festa do nascimento de João Batista faz-nos refletir sobre o amor de Deus, que prepara o nascimento de João: “Um anjo do Senhor anunciou a Zacarias que sua mulher, idosa e estéril, iria ter um filho, cujo nascimento seria a alegria de muitos”. O nome João significa “Deus dá a graça”. Ele foi enviado para preparar os caminhos do Senhor, o “ano de graça” do Senhor, a vinda de Jesus. 

Leiam em Lc 1,5-20 o anúncio do anjo Gabriel à Zacarias.
Fogueiras, bandeirinhas, música, quadrilhas juninas, quitutes… O mês de junho é especial para as nossas comunidades. Muita alegria, confraternização e animação.

Como ainda estamos em isolamento social, não poderemos sair para curtir.

Mas nada impede, no entanto, de fazermos uma festa junina em casa, sem aglomeração e com segurança.

Com materiais básicos, como, por exemplo, papéis coloridos, retalhos de tecido, flores e balões, é possível fazer boa parte da sua decoração, sem grandes dificuldades.

Essas festividades são especiais para fiéis devotos de quatro santos. Vamos conhecê-los?

Santo Antônio de Pádua – Festa 13 de junho
Considerado o santo junino com maior apelo popular, Santo Antônio, cujo nome de Batismo era Fernando, nasceu em Lisboa (Portugal), em 1195, e faleceu em Pádua (Itália), em 1231. Morreu no dia 13 de junho.É conhecido por ser o protetor dos pobres e pelo apelido de ‘santo casamenteiro’, já que ajudava moças humildes no Sacramento do Matrimônio.

Aconteceram tantos milagres após sua morte, que onze meses depois ele foi beatificado e canonizado. Quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta. São Boaventura estava presente e disse que esse milagre era a prova de que sua pregação era inspirada por Deus. Está exposta até hoje na Basílica de Santo Antônio na cidade de Pádua.

Santo Antônio é padroeiro do Recife e de Pernambuco.

Santo Antônio, rogai por nós!

São João Batista – Festa 24 de junho
É conhecido como precursor de Jesus, sendo o único santo que comemoramos o nascimento (24 de junho) e o martírio (29 de agosto). Tamanha importância de sua devoção para nossas vidas, São João batizou o Filho de Deus, o autor do batismo, às margens do Rio de Jordão.

Por causa de seu carisma, algumas vezes o povo pensava que São João Batista era o Messias. Mas ele sempre dizia: Eu não sou o Cristo, eu não sou digno de desatar nem a correia de suas sandálias. (Jo. 1-27).

São João, rogai por nós!

São Pedro – Festa 29 de junho
Irmão de Santo André, São Pedro, o pescador de homens, foi um dos primeiros apóstolos chamado por Jesus. É a pedra viva da Igreja fundada por Cristo, sendo o primeiro Papa da Igreja Católica. 

Certamente é o apóstolo mais citado nos evangelhos, sempre ao lado do Salvador.

Pedro negou Jesus por três vezes, mas se arrependeu amargamente. Jesus o perdoou e, em seguida disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Leiam em Jo 21,15-17.

Quando Jesus deu a São Pedro a missão de ser líder da Igreja, disse a ele: tu és pedra, e sobre essa pedra edificarei a minha igreja. (Mt 16,18) Por isso na imagem São Pedro segura umas chaves. São as chaves do céu.

São Pedro morreu em 29 de junho. Ele foi crucificado de cabeça pra baixo, pois não se achava digno de morrer como Jesus. Dia do Papa.

São Pedro, rogai por nós!

São Paulo – Festa 29 de junho
Nascido em Tarso na Cilícia, São Paulo também foi um apóstolo de Cristo.

Não conviveu com Jesus, mas o Senhor se revelou a ele de maneira extraordinária. Tanto que, de perseguidor dos cristãos, Saulo, como era conhecido no mundo judaico, se transformou no maior propagador da fé em Jesus Cristo.  Leiam sobre a conversão de São Paulo em At 9,1-20.

São Paulo é comemorado juntamente com São Pedro no dia 29 de junho.

São Paulo, rogai por nós!


Oração final: Senhor Jesus, que tenhamos um maior compromisso com a fé cristã, vivida com fidelidade e anunciada com entusiasmo em todos os ambientes onde vivemos, trabalhamos e nos divertimos. Abençoa, Senhor, o Papa Francisco, nossas famílias e todo o teu povo. Bendito seja o teu santo nome, hoje e sempre. Amém!

Rezar Pai-Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Este encontro estará no canal da catequese casa forte,Youtube:  
https://www.youtube.com/user/catequesecasaforte

Fontes: Bíblia Pastoral, internet.


13º Dia: 13/6 – Santo Antônio e a Eternidade

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus; crede também em mim. Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito; pois Eu vou preparar-vos um lugar” (Jo 14,1-2).

– Palavra do Santo: “Então, teus olhos serão realmente saciados, porque verás aquele que tudo vê. Então, tua alma será realmente uma rainha, ela que agora é uma escrava aqui no exílio; teu corpo ficará repleto de felicidade e tua alma será glorificada. Teu coração dilatar-se-á numa alegria indescritível”.
– Oração: Senhor, Deus da vida, Vós nos criastes para Vós e o nosso coração estará inquieto até que em Vós repouse. Concedei-nos a graça de caminhar decididos rumo à Pátria celeste para a qual nos dirigimos, sem esquecer o bem que nos cabe realizar nesta vida para obtermos a vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.

Neste dia, celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, no ano de 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.

Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho dos mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.
Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do “Pobre de Assis”, o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as ciências que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família franciscana através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.
Santo Antônio, rogai por nós!




12º Dia: 12/6 – Santo Antônio e a Missão

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Vós sois o sal da terra. Vós sois a luz do mundo. Que a vossa luz brilhe diante dos homens para que eles vejam as boas obras e louvem o Pai que está no céu” (Mt 5, 13-16).

– Palavra do Santo: “O fiel cristão, iluminado pelo resplendor de Cristo, deve emitir centelhas de palavras e exemplos para, com eles, inflamar o próximo”.

– Oração: Senhor, Vós nos criastes sem nós, mas sem nós não nos salvareis. Como aconteceu com Santo Antônio, fazei com que entendamos a nossa missão neste mundo junto a nossa família e a nossa comunidade. Que ninguém de nós passe por este mundo na indiferença e na omissão. Com vossa ajuda e a proteção de Santo Antônio, possamos produzir frutos de justiça e paz, de fraternidade e amor, em Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


11º Dia: 10/6 – Santo Antônio e a Cruz

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Quem não toma a sua cruz e não me segue não é digno de Mim” (Mt 10,38).

– Palavra do Santo: “O cristão deve apoiar-se na Cruz de Cristo, como o peregrino se apoia no bastão quando empreende uma longa viagem. Dirijamos nossos olhares a Jesus, nosso Senhor, pregado na Cruz da Salvação”.

– Oração: Senhor, o vosso amor se manifesta de infinitos modos, mas o maior gesto de amor ficou selado na Cruz redentora de Vosso Filho. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus”. Senhor, a Cruz também foi assumida por Santo Antônio e anunciada como o grande sinal da Ressurreição. Dai-nos fé e coragem para tomá-la a cada dia e seguir-vos na doação pelos irmãos. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


10º Dia: 9/6 – Santo Antônio e a Eucaristia

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Eu sou o Pão da Vida: aquele que vem a Mim não terá fome, e aquele que crê em Mim jamais terá sede” (Jo 6,35).

– Palavra do Santo: “No altar, sob as aparências de pão e de vinho, está presente o próprio Jesus, vivo e glorioso, revestido daquela carne humana com que outrora Ele se ofereceu e, ainda hoje, continua se oferecendo todos os dias como vítima ao divino Pai”.

– Oração: Senhor Jesus Cristo, que na Eucaristia nos deixastes o memorial da Vossa Páscoa, concedei-nos a graça de que este mistério do Vosso Corpo e do Vosso Sangue realize a redenção e transforme a nossa vida numa comunhão sempre mais plena convosco e com os irmãos. Vós que viveis e reinais na unidade do Espírito Santo. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


9º Dia: 9/6 – Santo Antônio e Maria

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Maria, Tu és feliz, porque acreditaste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas” (Lc 1,45).

– Palavra do Santo: “O Senhor criou o paraíso terrestre e colocou nele o homem, para que o cultivasse e o guardasse: infelizmente, Adão o cultivou mal. Foi então necessário que Deus plantasse outro paraíso, muitíssimo mais belo: Nossa Senhora”.

– Oração de Santo Antônio: Rainha nossa, insigne Mãe de Deus, nós te pedimos: fazes com que nossos corações fiquem repletos da graça divina e resplandeçam de alegria celeste. Fortalece-os com a Tua fortaleza e enriquece-os de virtudes. Derrama sobre nós o dom da misericórdia, para que obtenhamos o perdão de nossos pecados. Ajuda-nos a viver de modo a merecer a glória e a felicidade do céu. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


8º Dia: 8/6 – Santo Antônio e o Espírito Santo

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “O Espírito Santo, que o Pai vai enviar em Meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos lembrará tudo o que Eu vos disse” (Jo 14,26).

– Palavra do Santo: “Em contato com o Espírito Santo, a alma vai, pouco a pouco, perdendo suas manchas, sua frieza e sua dureza, transformando-se totalmente naquele fogo aceso nela”.

– Oração: Ó Deus, Vosso Espírito criou do nada todas as coisas; tornou-se a força dos profetas e a coragem dos mártires. Pelo Espírito Santo, Vosso Filho foi concebido no seio de Maria e por Ele nasceu a Igreja no mundo. Vosso Espírito fez de Antônio o santo de todos os povos e o pregador de Vossa Palavra. Que sua luz nos ilumine sempre e nos transforme, de pecadores que somos, em santos para vossa glória. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


7º Dia : 7/6 – Santo Antônio e Jesus Cristo

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Jesus Cristo é sempre o mesmo ontem, hoje e por toda a eternidade. Não vos deixeis desviar por doutrinas estranhas” (Hb 13,8-9).

– Palavra do Santo: “Ele veio para ti para poderes ir a Ele”.

– Oração: Senhor, Vós revelastes o Vosso amor, a Vossa bondade, o Vosso perdão e a imagem em Cristo Jesus. Fazei com que possamos reconhecê-Lo e amá-Lo, segui-Lo e indicá-Lo sempre aos nossos irmãos, pelo exemplo de vida, por nossas boas obras e pela nossa palavra. Por intercessão de Santo Antônio, fazei com que nossa fé seja sempre mais viva e nossa missão sempre mais corajosa e fiel. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


6º Dia: 6/6 – Santo Antônio, modelo de amor

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “O meu mandamento é este: amai-vos uns aos outros, assim como Eu vos amei. Não existe maior amor do que dar a vida pelos amigos” (Jo 15,13).

– Palavra do Santo: “Existe um só amor para com Deus e para com o próximo. Este é o Espírito Santo, porque Deus é amor”.

– Oração: Senhor, Vós sois amor revelado na Trindade. Por amor nos criastes e por amor nos sustentais. No amor nos salvastes e no amor nos destes o primeiro e o maior de todos os mandamentos. Com Santo Antônio, modelo de amor, possamos nos dedicar ao Vosso serviço, no serviço dos irmãos. Senhor, que Vosso amor se torne sempre mais a grande força transformadora do mundo. Por Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


Rezemos juntos a trezena em louvor a Santo Antônio

Santo Antônio foi definido, pelo Papa João Paulo II, como “um homem evangélico” por causa de sua luta em viver o Evangelho no cotidiano.

Santo Antônio insiste, em seus ensinamentos, sobre a importância do desapego das coisas, sobre a calma, a solidão e o silêncio, virtudes que nos permitem escutar e ver Deus.

No dia 13 de junho, a Igreja celebra o dia de Santo Antônio
Súplica (para todos os dias)

Meu querido Santo Antônio, santo dos mais carinhosos, o vosso ardente amor a Deus, as vossas sublimes virtudes e grande caridade para com o próximo, vos mereceram durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível, senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa eficaz intercessão. A vós recorremos e vos imploramos que nos obtenhais a graça especial que, neste momento, vos pedimos. Ó bondoso e santo taumaturgo, cujo coração estava sempre cheio de simpatia pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus, que tanto gostava de repousar nos vossos braços. Uma palavra vossa e obteremos as graças que pedimos.

1º dia: 1/6 – Santo Antônio, mestre do Evangelho

– Sinal da Cruz

– Palavra de Deus: “Não só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que sai da boca de Deus”. (Mt 4,4)

– Palavra do Santo: “São os pobres, os simples e os humildes que têm fome e sede da Palavra da Vida”.

– Oração: Senhor, a Tua Palavra é alimento do nosso Espírito e luz em nosso caminho. Abres nosso coração para acolhê-la, nossa mente para entendê-la e motivai nossa vontade para praticá-la. Por intercessão de Santo Antônio, mestre do Evangelho, fazei com que consigamos orientar nossa vida pessoal, familiar e comunitária com a verdade libertadora de Tua Palavra. Amém!

– Reza-se: um Pai-Nosso; uma Ave-Maria e um Glória ao Pai.


Começa hoje,04/10, e vai até o dia 12 de outubro o novenário em honra a Nossa Senhora Aparecida, na comunidade Vila Vintém, às 19h30.
Fica por trás do Shopping Plaza Casa Forte.
A procissão, pelas ruas do bairro, será no dia 12/10, com saída da Capela, às 16h .
Participem!


São Jerônimo
(347-420)

30 de Setembro - São Jerônimo

É incontestável o grande débito que a cultura e os cristãos, de todos os tempos, têm com este santo de inteligência brilhante e temperamento intratável. Jerônimo nasceu em uma família muito rica na Dalmácia, hoje Croácia, no ano 347. Com a morte dos pais, herdou uma boa fortuna, que aplicou na realização de sua vocação para os estudos, pois tinha uma inteligência privilegiada. Viajou para Roma, onde procurou os melhores mestres de retórica e desfrutou a juventude com uma certa liberdade. Jerônimo estudou por toda a vida, viajando da Europa ao Oriente com sua biblioteca dos clássicos antigos, nos quais era formado e graduado doutor.

Ele foi batizado pelo papa Libério, já com 25 anos de idade. Passando pela França, conheceu um monastério e decidiu retirar-se para vivenciar a experiência espiritual. Uma de suas características era o gosto pelas entregas radicais. Ficou muitos anos no deserto da Síria, praticando rigorosos jejuns e penitências, que quase o levaram à morte. Em 375, depois de uma doença, Jerônimo passou ao estudo da Bíblia com renovada paixão. Foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino, na Antioquia, em 379. Mas Jerônimo não tinha vocação pastoral e decidiu que seria um monge dedicado à reflexão, ao estudo e divulgação do cristianismo.

Voltou para Roma em 382, chamado pelo papa Dâmaso, para ser seu secretário particular. Jerônimo foi incumbido de traduzir a Bíblia, do grego e do hebraico, para o latim. Nesse trabalho, dedicou quase toda sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia em latim chamou-se "Vulgata" e tornou-se oficial no Concílo de Trento.

Romano de formação, Jerônimo era um enciclopédico. Sua obra literária revelou o filósofo, o retórico, o gramático, o dialético, capaz de escrever e pensar em latim, em grego, em hebraico, escritor de estilo rico, puro e eloqüente ao mesmo tempo. Dono de personalidade e temperamento fortíssimo, sua passagem despertava polêmicas ou entusiasmos.

Devido a certas intrigas do meio romano, retirou-se para Belém, onde viveu como um monge, continuando seus estudos e trabalhos bíblicos. Para não ser esquecido, reaparecia, de vez em quando, com um novo livro. Suas violências verbais não perdoavam ninguém. Teve palavras duras para Ambrósio, Basílio e para com o próprio Agostinho. Mas sempre amenizava as intemperanças do seu caráter para que prevalecesse o direito espiritual.

Jerônimo era fantástico, consciente de suas próprias culpas e de seus limites, tinha total clareza de seus merecimentos. Ao escrever o livro "Homens ilustres", concluiu-o com um capítulo dedicado a ele mesmo. Morreu de velhice no ano 420, em 30 de setembro, em Belém. Foi declarado padroeiro dos estudos bíblicos e é celebrado no dia de sua morte.

Hoje, 26 de Julho, Dia dos Avós, acontecerá a Procissão de Santana pelas ruas do bairro de Casa Forte.
Sairá da Capela de Santana que fica na Rua Olegarinha da Cunha (próximo ao IBAMA), às 16:00 e se encerrará com uma Missa celebrada pelo Padre Josenildo Tavares.


Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Os motivos são óbvios, pois os judeus esperavam a chegada do messias, como previam as sagradas profecias.

Assim, toda esposa judia esperava que dela nascesse o Salvador e, para tanto, ela tinha de dispor das condições para servir de veículo aos desígnios de Deus, se assim ele o desejasse. Por isso a esterilidade causava sofrimento e vergonha e é nessa situação constrangedora que vamos encontrar o casal.

Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II, mas pelos escritos apócrifos, que não são citados na Bíblia, porque se entende que não foram inspirados por Deus. E eles apenas revelam o nome dos pais da Virgem Maria, que seria a Mãe do Messias.

No Evangelho, Jesus disse: "Dos frutos conhecereis a planta". Assim, não foram precisos outros elementos para descrever-lhes a santidade, senão pelo exemplo de santidade da filha Maria. Afinal, Deus não escolheria filhos sem princípios ou dignidade para fazer deles o instrumento de sua ação.

Maria, ao nascer no dia 8 de setembro de um ano desconhecido, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida para, no futuro, ser a Mãe do Filho de Deus.

A princípio, apenas santa Ana era comemorada e, mesmo assim, em dias diferentes no Ocidente e no Oriente. Em 25 de julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. A partir de 1584, também são Joaquim passou a ser cultuado, no dia 20 de março. Só em 1913 a Igreja determinou que os avós de Jesus Cristo deviam ser celebrados juntos, no dia 26 de julho.

Solenidade do Nascimento de João Batista Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.


São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus:
"João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".

O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas:
"Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mateus 3,11).

Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa.


São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.


O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo:
"Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mateus 11,11).

São João Batista, rogai por nós!

http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=6&dia=24&id=170


Assunção da Virgem Maria

Não há maior glória do que a que recebeu Maria, escolhida para ser a mãe de Jesus, o Filho de Deus. De seu ventre virginal nasceu o Salvador da humanidade. Por isso, Deus lhe reservou a melhor das recompensas. Terminado seu tempo de vida terrestre, Maria foi "assunta", isto é, levada ao céu em corpo e alma. O que a tradição cristã diz é que Ela nem mesmo morreu, apenas "dormiu". Narra também que foram os anjos Gabriel e Miguel que A levaram ao céu. Deus queria conservar a integridade do corpo daquela que gerou seu Filho.

A solenidade da Assunção da Virgem Maria existe desde os primórdios do catolicismo. No início era celebrada a Dormição de Nossa Senhora. Esta festa veio a ser oficializada para os católicos orientais no século VII com um edito do imperador bizantino Maurício. No mesmo século a festa da Dormição foi introduzida também em Roma pelo Papa Sérgio I, de origem oriental. Foi em 687, quando, em procissão, foi até a basílica de Santa Maria Maior, celebrar o Santo Ofício. Mas foi preciso transcorrer um outro século para que o nome "dormição" cedesse o lugar àquele mais explicito de assunção", usado até os nossos dias.

Em 1950 foi solenemente definido este dogma de Maria, pelo Papa Pio XII. Pela singular importância de Sua missão como Mãe de Jesus, Maria não só foi proclamada Rainha do céu, quando levada para viver ao lado de Deus, mas proclamada Mãe da Igreja, portanto de todos nós.

Na Assunção da Virgem Maria, vemos a nossa esperança de ressurreição já realizada. Nela a Igreja atinge a plenitude do triunfo final, a vitória definitiva sobre a morte e o mal. Por isto esta festa é uma das solenidades mais comemoradas pelos católicos. Depois da Assunção, Nossa Senhora com maternal benevolência participa com Sua oração e intercessão na obra de seu Filho: a salvação da humanidade. Ela que é a mediadora de todas as graças.


do site : www.paulinas.org.br


Profeta do Jubileu Maior e Verdadeiro
- Um milênio sem fome e exclusão!
Ninguém há de calar e/ou abafar
o toque do teu berrante.
Nor destino cabeça-chata, quem diria?
- do nordeste sai alguma coisa que preste?

Franzino-raquítico, valente como leão,
forte como Davi.
Ornamento, sem enfeite, da Festa Maior
- e stética evangélica, diria outro profeta!

As catacumbas (fora de Roma!), os pobres te fizeram santo, profeta, pobre dos pobres!
Rei sem reino nem palácio, tua casa/sacristia, abrigo inseguro/atacado
- até dos que deviam (por dinheiro) assassinar-te: Belém é aqui!
Bispo comunista, vermelho, encarnado,
memória perigosa e subversiva do sangue derramado, ontem como hoje.

Mas de batina, lenço-manto dos angustiados e desprotegidos: Verônica sempre!
Choramos tua ausência, mesmo que presente.
Talvez porque ainda não compreendemos que "é preciso" que morra a semente
para que outros frutos possam nascer.
A semente é boa: pelos frutos conhecemos a semente!

As catedrais não hão de conter-te e/ou abafar-te Como não o fizeram a batina, a mitra, nem as cúrias - romanas ou militar. Filho da Cruz, servente menor do Banquete:és dom de Deus (no Dom) para os pobres e pequenos, juiz (no juiz) dos grandes e poderosos.

Levaremos adiante tua (d'Ele!) causa santa e comunista como Igreja Povo de Deus, dando comida aos pobres,
perguntando porque não a têm e
aliando-nos às tuas lutas e organizações.

Continuaremos unidos assim na terra como no céu na luta pelo pão nosso de cada dia. Rogue a Deus por nós.
Obrigado!


Francisco de Aquino Júnior
do site www.paulinas.org

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