3º Domingo da Páscoa
26 de abril de 2020

Anúncio do Evangelho (Lc 24,13-35)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
13 Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14 Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15 Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16 Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17 Então Jesus perguntou: "O que ides conversando pelo caminho?" Eles pararam, com o rosto triste, 18 e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: "Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?"
19 Ele perguntou: "O que foi?" Os discípulos responderam: "O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20 Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21 Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22 É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23 e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24 Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu".
25 Então Jesus lhes disse: "Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26 Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?"
27 E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele. 28 Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. 29 Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: "Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!" Jesus entrou para ficar com eles. 
30 Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. 31 Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32 Então um disse ao outro: "Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?" 
33 Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34 E estes confirmaram: "Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!" 35 Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

O que a Palavra diz?
A) Para onde caminhavam os dois discípulos?
B) Sobre o que conversavam?
C) Quem se aproximou deles e o que perguntou?
D) O que responderam?
E) Como Jesus chamou a atenção deles?
F) O que Jesus foi explicando para eles ao longo do caminho?
G) Quando chegaram ao povoado, o que fez Jesus?
H) O que eles pediram?  
I) O que Jesus fez na mesa?
J) O que aconteceu com Jesus depois?
K) O que disse um discípulo ao outro?
L) O que fizeram depois?

Você viu? Os dois estavam como cegos. Eles ficaram desencantados com a morte e o sepultamento de Jesus. Naquele domingo (o mesmo da ressurreição), eles largaram a comunidade e voltaram pra casa. E nem reconheceram Jesus, o peregrino que andara com eles pelo caminho. Mas, chegou uma hora em que eles o viram claramente. E voltaram para a comunidade, com o maravilhoso testemunho de que Jesus está vivo, ressuscitado. Eles o encontraram no caminho. (Pe. João Carlos)

FICA CONOSCO, SENHOR  Padre Joao Carlos

Andavam pensando tão tristes
De Jerusalém a Emaús
Os dois seguidores de Cristo
Logo após o episódio da cruz
Enquanto assim vão conversando
Jesus se chegou devagar
De que vocês estão palestrando?
E ao Senhor não puderam enxergar

Fica conosco, Senhor!
É tarde e a noite já vem!
Fica conosco Senhor
Somos teus seguidores também 

Não sabes então forasteiro
Aquilo que aconteceu?
Foi preso Jesus Nazareno
Redentor que esperou Israel
Os chefes a morte tramaram
Do santo profeta de Deus
O justo foi crucificado
A esperança do povo morreu

Três dias enfim se passaram
Foi tudo uma doce ilusão
Um susto as mulheres pregaram
Não encontraram seu corpo mais não
Disseram que Ele está vivo
Que disso souberam em visão
Estava o sepulcro vazio
Mas do Mestre ninguém sabe não

Jesus foi então relembrando
Pro Cristo na glória entrar
Profetas já tinham falado
Sofrimentos devia enfrentar
E pelo caminho afora
Ardia-lhes o coração
Falava-lhes das Escrituras
Explicando a sua missão

Chegando afinal ao destino
Jesus fez que ia passar
Mas eles demais insistiram
Vem, Senhor, vem conosco ficar
Sentado com eles à mesa
Deu graças e o pão repartiu
Dos dois foi tão grande a surpreso
Jesus Cristo, o Senhor, ressurgiu

A Festa da Divina Misericórdia ocorre no primeiro domingo depois da Páscoa, estabelecida oficialmente como festa universal pelo Papa João Paulo II.
“Por todo o mundo, o segundo Domingo da Páscoa irá receber o nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene para os cristãos do mundo enfrentarem, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e desafios que a humanidade irá experimentar nos anos que virão” (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto de 23 de Maio de 2000).
Encontra suas origens em Santa Maria Faustina Kowalska,   que na década de 30 obteve de Jesus, revelações acerca da instituição dessa festa no seio da Igreja, bem como profecias e manifestações que o próprio Cristo mandou que as escrevesse e  retransmitisse à humanidade.  Foi Jesus quem pediu a instituição da festa da Divina Misericórdia a Santa Faustina. Jesus se refere a ela 14 vezes, expressando o imenso desejo do Seu Coração Misericordioso de distribuir, neste dia, as Suas graças.
“Nenhuma alma terá justificação, enquanto não se dirigir, com confiança, à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 570).
Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia;   a alma que se confessar e  comungar alcançará o perdão total das culpas e castigos; nesse dia estão abertas  todas as comportas Divinas, pelas quais fluem as  graças;
“Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. A minha misericórdia é tão grande que por toda a eternidade não a aprofundará nenhuma mente, nem humana, nem angélica. Tudo que existe saiu das entranhas da minha misericórdia” (Diário, 699).
Dize à humanidade que sofre que se aproxime do meu coração misericordioso, e eu a cumularei de paz (Diário 1074)
 https://blog.cancaonova.com/paisecatequistas/2011/04/26/a-festa-da-divina-misericordia/

Como rezar o Terço da Misericórdia:

Pai-Nosso, Ave-Maria, Creio.
Nas contas grandes:
“Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.”

Nas contas pequenas:
“Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.”




Qual o significado da Oitava Pascal?



   Com a celebração da Ressurreição do Senhor, na Vigília do Sábado Santo, entramos no Tempo Pascal, formado por sete semanas até a Solenidade de Pentecostes. Este tempo é marcado pela alegria da vida nova que recebemos de Cristo. É o tempo litúrgico mais forte do ano, pois é a passagem da morte para a Vida.


Durante o Tempo Pascal, em todas as celebrações litúrgicas, o Círio Pascal permanece aceso, pois ele representa o Cristo Ressuscitado que ilumina nossa vida, dissipa as trevas da morte e faz resplandecer em todos nós a luz de Deus. O Círio é essa grande coluna luminosa, que nos guia para a libertação plena da vida.


Dentro desse período, temos a Oitava de Páscoa. Como a Festa da Páscoa é o coração da nossa fé, reservam-se oito dias para celebrar solenemente a Ressurreição de Cristo. A Oitava Pascal é, portanto, o conjunto dos primeiros oito dias do Tempo Pascal, iniciados no domingo após a Vigília da Ressurreição. No Tempo Pascal, os domingos tem uma mesma unidade solene, não se diz "2º Domingo depois da Páscoa", mas se diz: Segundo Domingo da Páscoa. Por isso, na Oitava Pascal, a Igreja, comunidade do Ressuscitado, proclama solenemente:

“Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos” (Sl 118, 24). O dia que o Senhor fez para nós é o dia que a vida venceu. “Na verdade Ele não poderia estar no sepulcro, pois não pode mais haver morte onde o viver se tornou missão”.


Oitava Pascal traz para o centro da celebração litúrgica da Igreja o mistério da Ressurreição de Jesus Cristo. A Páscoa de Jesus continua na ação da Igreja e, por isso, na Oitava Pascal celebramos que todo dia se tornou domingo, razão pela qual na Oitava Pascal se entoa o Hino de Louvor em todas as missas, uma vez que, em outras épocas, geralmente é cantado apenas na missa dominical, com exceção do tempo da Quaresma e Advento, onde não se canta. 

Por isso, durante oito dias, celebramos a Solenidade da Ressurreição de Jesus como se fosse um único dia - “o dia que o Senhor fez para nós!”

No passado, a Oitava Pascal era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados na Vigília Pascal.

No batismo, eles recebiam a veste branca, e esta era tirada no final da Oitava Pascal. Era momento para aqueles que renasceram pelo Batismo poderem experimentar a vida nova em Cristo.

Por isso, a Oitava Pascal convida-nos a fazer da nossa vida uma contínua Páscoa, um tempo de renovar a confiança no Senhor, colocando em suas mãos a nossa vida e o nosso destino. É um tempo para que, ressuscitados com Cristo, aprendamos a buscar as coisas que são do alto (Col 3,1).   
     
ESCRITO POR:
Missionário Redentorista
Escreve sobre liturgia e espiritualidade no A12.



 A páscoa é repleta de símbolos, que representam a vida, como o Próprio Cristo. 
Abaixo, alguns símbolos da Páscoa retirado do livro FORMAÇÃO PARA COROINHAS 2 do Padre Luiz Miguel Duarte.




Vamos Colorir os Símbolos da Páscoa?



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!


Sinal da Cruz

Acender a vela.

Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial:

Jesus, tu caminhas conosco nas estradas da vida. Pedimos que sempre abras os nossos olhos e faças o nosso coração arder quando lermos teu Evangelho. Ensina-nos o caminho a seguir. Amém!


Jesus explicou as Escrituras para os dois discípulos no caminho de Emaús. Ele mostrou como todo o Antigo testamento prometia a chegada de um grande salvador do povo. Esse salvador esperado era chamado de Messias. Jesus mostra aos dois viajantes que o esperado é Ele mesmo, que, apesar da cruz, está vivo.

Leitura Bíblica: Lc 24, 13-33

O que a Palavra diz?

A) Para onde caminhavam os dois discípulos?
B) Sobre o que conversavam?
C) Quem se aproximou deles e o que perguntou?
D) O que responderam?
E) Como Jesus chamou a atenção deles?
F) O que Jesus foi explicando para eles ao longo do caminho?
G) Quando chegaram ao povoado, o que fez Jesus?
H) O que eles pediram?  
I) O que Jesus fez na mesa?
J) O que aconteceu com Jesus depois?
K) O que disse um discípulo ao outro?
L) O que fizeram depois?





Após a morte de Jesus, seu túmulo ficou vazio, e seus seguidores anunciaram que ele ressuscitou dos mortos, pois apareceu para eles. Acreditar no testemunho de pessoas que viram Jesus ressuscitado e transmitiram para as outras gerações é o fato que sustenta a nossa fé. Nós recebemos o testemunho daqueles que tiveram a sorte de conviver com Jesus, sofreram ao ver sua morte na cruz, mas testemunharam com sua vida que ele está vivo. Sim, muitos seguidores de Jesus foram assassinados por noticiar a ressurreição do Crucificado. Para quem viu o Senhor vivo, era melhor morrer do que negar a evidência. Nossa fé sustenta-se no verdadeiro testemunho daquelas pessoas que viram Jesus. A ressurreição é a vida que vence a morte. Crer na ressurreição transforma a vida atual, pois dá um novo sentido aos desafios de cada dia. Há uma esperança certa.

Viver o Batismo é participar da missa.

Os viajantes de Emaús mudaram de vida depois que se encontraram com Jesus vivo. Deixaram a tristeza, voltaram para Jerusalém, animaram-se e ficaram com o coração cheio de alegria. Eles correram para avisar os outros sobre o que tinha acontecido.

O caminho de Emaús ocorre especialmente quando celebramos a Eucaristia, quando vamos à missa. Em cada domingo, participamos desse encontro com Jesus que nos fala e nos alimenta.


Oração final:

Senhor Jesus, foste ao encontro daqueles discípulos que caminhavam tristes e desanimados. Tu estás muito perto de nós, sempre pronto a nos animar, sempre disposto a mostrar que nunca caminhamos sozinhos. Por isso, mais uma vez, te pedimos: fica conosco, Senhor! Amém!

Rezar:

Pai Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Sinal da Cruz

Acender a vela. Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial: 

Senhor Jesus, tu revelaste o caminho do perdão, da partilha e do amor, mas muita gente não o acolheu; preferiu o ódio, a vingança e o egoísmo. Por isso te pregaram numa cruz. Acolhe, hoje, toda a humanidade que precisa tanto de ti e de tua Palavra.  Faze que este estudo nos aproxime mais de Ti, nosso Deus e Senhor. Amém!

Jesus passou pelo mundo fazendo o bem, mas nem todos concordaram com ele. Ele falou de partilha, o que desagradou quem só pensava em acumular. Ele falou em amar os inimigos, o que desagradou os violentos. Ele mostrou o valor dos doentes, das mulheres e dos pobres, o que desagradou  quem discriminava as pessoas. Ele se mostrou um líder manso, humilde e amado pelo povo, o que desagradou muitos poderosos. Por isso prenderam Jesus e decidiram matá-lo na cruz. A morte de Jesus foi consequência de sua vida.

Leitura Bíblica: Jo 19,25-30

 "25 A mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria Madalena estavam junto à cruz. 26 Jesus viu a mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava. Então disse à mãe: «Mulher, eis aí o seu filho.» 27 Depois disse ao discípulo: «Eis aí a sua mãe.» E dessa hora em diante, o discípulo a recebeu em sua casa.

28 Depois disso, sabendo que tudo estava realizado, para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede.» 29 Havia aí uma jarra cheia de vinagre. Amarraram uma esponja ensopada de vinagre numa vara, e aproximaram a esponja da boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: «Tudo está realizado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito."


O que a Palavra diz?

A) Quem estava aos pés da cruz?
B) O que Jesus disse à mãe?
C) O que Jesus disse ao discípulo?
D) O que deram para Jesus beber?
E) Quais foram as últimas palavras de Jesus?


Alguém doaria a própria vida por um amigo? É preciso ter muito amor e coragem para isso. Vimos que Jesus fez isso. Ele sofreu um processo no qual foi condenado à morte injustamente. Ele era inocente, mas foi tido como um malfeitor e, no silêncio, aceitou ser rejeitado até a morte. Não deixou de amar que o condenou e até perdoou quem o colocou na cruz. Os chefes de Israel o acusaram de agir contra a lei, contra o templo e contra a fé no Deus único de Israel, porque ele dizia ser o Filho de Deus. O Império Romano o acusou de querer ocupar o lugar do imperador.

Viver o Batismo. Sangue e água da cruz 

Antes de tirar o corpo de Jesus da cruz, os soldados feriram seu lado direito, furando-lhe o peito. A Bíblia diz que do seu lado aberto jorrou sangue e água. A Igreja viu nesse sinal dois sacramentos: sangue da Eucaristia e água do Batismo. Provavelmente o sangue saiu do coração, perfurado pela lança, e a água saiu dos pulmões, também perfurados. Mas o sentido da Eucaristia e do Batismo nos ajuda a perceber que Cristo se deu todo a nós por amor. Na benção da água do Batismo, há algumas frases que recordam isso.

Jesus ao ser batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo. Pendente da cruz, do seu coração aberto pela lança fez correr sangue e água. Após sua ressurreição, ordenou aos apóstolos: “Ide, fazei todos os povos discípulos meus, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Oração final:

Jesus, tu disseste: “Prova de amor maior não há do que dar a vida pelos irmãos”. Na cruz tu morreste por amor, mas pela Páscoa tu ressuscitaste e vives entre nós. Ajuda-nos a não ter medo de falar e de viver do amor que tua cruz representa. Amém!



Rezar: Pai Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Sinal da Cruz 



Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial: Jesus, tu reuniste teus amigos ao redor da mesa para dar-lhes teu corpo e teu sangue no pão e no vinho. Ajuda-nos a entender o imenso amor que esse gesto nos revela. Fica sempre conosco, Senhor. Amém!



Leitura Bíblica: Lc 22,14-20

“14 Quando chegou a hora, Jesus se pôs à mesa com os apóstolos. 15 E disse: «Desejei muito comer com vocês esta ceia pascal, antes de sofrer. 16 Pois eu lhes digo: nunca mais a comerei, até que ela se realize no Reino de Deus.» 17 Então Jesus pegou o cálice, agradeceu a Deus, e disse: «Tomem isto, e repartam entre vocês; 18 pois eu lhes digo que nunca mais beberei do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus.»
19 A seguir, Jesus tomou um pão, agradeceu a Deus, o partiu e distribuiu a eles, dizendo: «Isto é o meu corpo, que é dado por vocês. Façam isto em memória de mim.» 20 Depois da ceia, Jesus fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova aliança do meu sangue, que é derramado por vocês.”

O que a Palavra diz?

A) No texto, onde estão Jesus e os apóstolos?
B) O que estão fazendo?
C) O que Jesus disse sobre a ceia?
D) Neste texto, diferentemente dos outros textos da Bíblia, aparece o cálice antes do pão. O que faz Jesus antes de passar o cálice?
E) O que Jesus pegou depois?
F) O que é o pão que Jesus distribui?
G) Por que é preciso fazer isso?
H) O que é o cálice de Jesus?
I) O que lembra a ceia?



Jesus instituiu a Eucaristia durante sua última ceia com os discípulos, na Quinta-Feira Santa e cada ano a Igreja comemora esse gesto de amor que Jesus deixou pra nós. O sacramento da Eucaristia é o momento mais especial da Igreja para alcançarmos uma vida unida a Jesus. Os cristãos devem buscar todos os domingos na missa, a fim de encontrar-se com Jesus, nosso alimento.
Viver o Batismo: 

O Batismo é o primeiro Sacramento da Iniciação à vida cristã. Os outros dois são Crisma e Eucaristia. Na catequese, estamos fazendo um caminho: primeiro aprofundamos o sacramento que já recebemos: o Batismo. Um pessoa completa sua iniciação cristã quando recebe os três sacramentos: no Batismo somos lavados, na Crisma somos fortalecidos e na Eucaristia somos alimentados. 

Oração final: 

Jesus, amado do Pai, é grande o mistério de tua presença no pão e no vinho consagrados. É o mistério da fé e do amor. Nós te agradecemos esse presente e pedimos que nos ajude a participar sempre da Eucaristia, onde tu permaneces entregando-te a nós para que tenhamos mais vida. Amém!

Rezar: Pai-Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo.



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

 Sinal da Cruz 


Acender uma vela. 

Faça um pequeno altar, com uma Bíblia, cruz e vela.

Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos, cantando: Ó luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós.




Oração inicial: 

Jesus, nosso rei. Tu és humilde e simples, mesmo sendo nosso Deus e Senhor. Quando entraste em Jerusalém montado num jumento, foste aclamado como rei. Ensina-nos a acolher-te como o rei de nosso coração, todos os dias de nossa vida. Amém!  


Jesus, após três anos ensinando seu povo e realizando sinais e milagres que confirmavam suas palavras, tomou a firme decisão de ir para Jerusalém, a capital de seu país. Ele entrou naquela cidade e foi muito bem recebido pelo povo que estava nas ruas, pois tinham ouvido falar do homem que curava os doentes, acalmava o mar e ensinava a todos. O povo queria fazer de Jesus o rei de Jerusalém. Por isso pegaram ramos de árvores para acenar e jogavam mantos no chão, fazendo um tapete para Jesus passar.


Leitura Bíblica: Lc 19,28-38  

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

Glória a vós, Senhor!

“Naquele tempo, Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém. Quando se aproximou de Betfagé e Betânia, perto do monte chamado das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos, dizendo: “Ide ao povoado ali na frente. Logo na entrada encontrareis um jumentinho amarrado, que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui. Se alguém, por acaso, vos perguntar: ‘Por que desamarrais o jumentinho?’, respondereis assim: ‘O Senhor precisa dele’”.  Os enviados partiram e encontraram tudo exatamente como Jesus lhes havia dito. Quando desamarravam o jumentinho, os donos perguntaram: “Por que estais desamarrando o jumentinho?” Eles responderam: “O Senhor precisa dele”. E levaram o jumentinho a Jesus. Então puseram seus mantos sobre o animal e ajudaram Jesus a montar. E enquanto Jesus passava, o povo ia estendendo suas roupas no caminho. Quando chegou perto da descida do monte das Oliveiras, a multidão dos discípulos, aos gritos e cheia de alegria, começou a louvar a Deus por todos os milagres que tinha visto. Todos gritavam: “Bendito o rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!””

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor!

O que a Palavra diz?

A) Para onde Jesus foi com os discípulos?
B) Quando se aproximou do monte das Oliveiras, o que Jesus pediu a dois discípulos?
C) O que fizeram os discípulos?
D) Como Jesus entrou na cidade de Jerusalém?
E) O que a multidão fez?
F) Por que todos aclamavam Jesus?
G) O que dizia a multidão?

Jesus é um rei diferente. 

Jesus tinha consciência de ser o humilde servo do Senhor. Por isso não escolheu um cavalo forte nem uma carruagem de luxo para entrar em Jerusalém. Ele montou num jumentinho, que é apenas um animal de serviço. Mas o povo, ao ver Jesus, fica feliz e espera que ele inicie um governo novo naquela cidade. Ele é aclamado com ramos de oliveira e de palmas. Para muitos, Jesus iria derrubar o poder dos romanos e tomar conta da cidade, por isso o povo estava fazendo festa. Nem imaginava o que realmente estava para acontecer com Jesus: sua morte na cruz.

Viver o Batismo: Viver o Batismo é fazer parte do povo de reis.

Muitos anos antes de Cristo, o povo de Israel, ao dar posse ao novo rei, não colocava uma coroa na cabeça dele, mas derramava óleo, sinal de que estava preparando para a missão de governar o povo com justiça. Todos tivemos a cabeça ungida com óleo no dia de nosso Batismo. A Igreja recorda, com esse gesto, que somos um povo de reis. Reinamos com Cristo para tornar este mundo mais justo, fraterno e pacífico. Somos o povo do rei Jesus que nos faz reis do amor, para viver como Ele viveu.


Oração final: 

Jesus, rei humilde, aclamado em Jerusalém com mantos e ramos de oliveira, tu és nossa alegria e nosso Deus. Tu sempre és bem-vindo em nossa casa, em nossa família e em nossa vida. Dá-nos força para anunciar ao mundo que tu és o nosso rei que nos conduz nos caminhos da vida. Amém!

Rezar:

Pai-Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo

Fonte: Bíblia
           Casa da Iniciação Cristã - Eucaristia 1

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