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Um mês dedicado às vocações
A cada domingo a celebração litúrgica é dedicada a uma vocação específica Normalmente a própria liturgia da Palavra de cada dia, em especial a dos domingos, dá o tema principal da reflexão e meditação trazida para alimento do povo de Deus. É costume, neste mês, comemorarmos as diversas vocações a cada semana:


Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.



Segundo domingo: por imitação do segundo domingo de maio – no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.



Terceiro domingo: recorda-se a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e também nas novas comunidades. Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.


 Quarto domingo: é nesta data que se comemora o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, domingo de Cristo Rei.



Ao participarmos dessas celebrações não podemos nos esquecer da vocação primeira e mais importante de todas: a vocação à vida cristã e, consequentemente, à santidade! Todos somos vocacionados à santidade e fora desse caminho não temos como viver bem qualquer que seja a nossa vocação pessoal.

 http://blog.cancaonova.com/vocacional/agosto-mes-das-vocacoes/





Objetivo: demonstrar o que é vocação e suas implicações
Material: milho de pipoca sem estourar e pipoca para comer, se houver possibilidade de estourar na sala do encontro de catequese. Para isso levar todo material necessário.
Execução da dinâmica:
1)   Motivação: Quando vivenciamos grandes momentos, muitas vezes deixamos de observar pequenos acontecimentos e coisas. Estas pequenas coisas podem significar grandes aprendizados para nossa vida. Como por exemplo, “este grão de pipoca” e como se fosse cada um de nós.
2)   Distribuir os grãos: cada um recebe um grão de pipoca crua, pedir que coloquem na palma da mão. Que olhem bem para o pequeno grão e pensem:_O que ele representa em minha vida?_O que é um grão de pipoca?_ Que sentido ele pode ter em minha vida?
                                         i.    (Fazer um momento de silencio)
3)   Partilhando: convidar que falem com breves frases o que meditaram, vendo o grão da pipoca!
4)   Recolher os grãos.
5)   Estourar os grãos.


1ª Momento: Se deixarmos que cada um ficasse com o grão, o que aconteceria?Dá para fazer pipoca com um só grão de milho?Para  se tornar pipoca o que deve acontecer? (breve partilha)

2ª Momento: enquanto estoura a pipoca, refletir através de uma conversa dialogada, cujo conteúdo pode ser.
Aqui temos a panela, o óleo, os grãos e o sal e temos o fogo.
Começaremos a estourar os grãos que passaram por uma transformação.
Os grãos representam cada um de nós.
A panela é como a igreja que nos transforma em filhos de Deus, nos  guarda, protege e alimenta.
O fogo que aquece os grãos representa o fogo do Espírito Santo.
O óleo que colocamos na panela representa a unção que recebemos no batismo o óleo do Crisma.
O sal que sentido teria na nossa vida? a perseverança na, fé o sabor de CRISTO,”Se o sal perder o sabor...”
Conclusão: Observando este grão podemos entender o que é vocação.Cada pessoa tem a sua vocação específica,própria e pessoal.No evangelho lemos que “Jesus crescia em idade,sabedoria e graça,diante de Deus e dos homens”(LC 2,40-52).Este deve ser o projeto para cada um de nós.Somos diferentes,gostamos de coisas diferentes,mas todos temos uma vocação que devemos descobrir conforme crescemos e o nosso desempenho que vai mostrar a nossa vocação ,buscamos um mesmo ideal porém de formas diferentes com o grão da pipoca,que tem o mesmo objetivo mas uns são grandes outros pequenos alguns nem se transformaram assim acontece também com cada um de nós. 



Quando se aproxima agosto, “Mês Vocacional”, surge a pergunta: O que podemos fazer para
dinamizá-lo? A proposta deve ser que justamente neste mês todas as comunidades possam
perceber a importância da identidade e da missão vocacional de cada um de nós e, com isto,
possam trabalhar com afinco a “vocacionalização” durante o restante do ano.
A missão da Pastoral Vocacional / Serviço de Animação Vocacional (PV/SAV) se exprime em quatro verbos: despertar, discernir, cultivar e acompanhar a vocação cristã e as vocações específicas a serviço da comunidade eclesial. É em vista disso que estas sugestões foram preparadas.
Assim, durante o “Mês Vocacional” se aprofunda a consciência da responsabilidade de todos com esta união para que ela possa ser vivenciada com entusiasmo ao longo do ano.
Na medida do possível, todas as comunidades deveriam se envolver na dimensão vocacional. Por isso o planejamento e a execução das atividades serão eficazes quanto mais houver a participação de todos.
Há algumas orientações práticas para iluminar nossos trabalhos:
- Antes o “Mês Vocacional” era tido como celebração a partir das seguintes referências: o 1º
Domingo: “Dia do Padre”; o 2º Domingo: “Dia dos Pais”; o 3º Domingo: “Dia das Religiosas”; e o 4º Domingo: “Dia das(os) Catequistas”.
Com a indicação da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CMOVC/CNBB), reelabora-se esta distribuição nos domingos, ampliando a dimensão eclesiológica da vocação.
Ficou assim estabelecido:
1º Domingo: celebramos a Vocação dos Ministros Ordenados (bispos, padres e diáconos);
2º Domingo: celebramos a Vocação da Vida em Família (em sintonia com a Semana Nacional da Família);
3º Domingo: celebramos a Vocação da Vida Consagrada (religiosas, religiosos, leigas e leigos consagrados);
4º Domingo: celebramos a Vocação dos Ministros Não Ordenados (todos os cristãos leigos e leigas).
A CMOVC, neste ano de 2012, também nos ajuda com um tema e um lema que nos auxiliam, iluminando nossas ações. O tema escolhido foi “Chamados(as) à vida plena em Cristo”, com o lema: “Eis que faço novas todas as coisas!” (Ap 21,5).
Agradecemos, de modo especial, a todas as pessoas que colaboraram para que este material fosse compilado. Nossa gratidão e também nossas preces.
Tenhamos um mês de agosto bem animado, dinâmico, forte na oração e nas atitudes vocacionais. Pleno de criatividade e que nos faça corresponder, com força e dignidade, ao chamamento que o Senhor nos dirige.
Brasília, 26 de julho de 2012
Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada


Em seu significado mais específico, evangélico e eclesial, vocação é o chamado que Jesus ressuscitado faz a determinadas pessoas, propondo-lhes algum “estilo diferente de vida e/ou missão a ser realizada”. Foi o que ocorreu com os doze apóstolos. Jesus ressuscitado continua chamando.
Seria muito bom que todos os batizados e batizadas se percebessem como pessoas que foram chamadas pelo Pai(Jo 6, 44), escolhidas pelo Filho(Jo 15, 16) e enviadas pelo Espírito em missão (At 13, 1 – 3). Tal consciência vocacional deverá levar, de forma definitiva, à superação da falsa idéia de que “ter vocação” é privilégio apenas dos padres e das freiras.
Em nossos dias, na Igreja, toma-se cada vez mais consciência de um chamado para uma diversidade cada vez maior de ministérios, pastorais e serviços a serem prestados nas comunidades católicas. Este chamado pode ser para o exercício dos ministérios leigos como: do Batismo, do Matrimônio, da Eucaristia, da Esperança, etc. Outros se sentem chamados aos diversos trabalhos de evangelização querigmática ou de catequese. Outros, para as mais diversas pastorais. À medida que os leigos estão assumindo seu lugar específico na Igreja e a hierarquia abandona o habitual clericalismo e abre espaço para eles, estes ministérios, pastorais e serviços passam a ser dinamizados por pessoas mais conscientes, mais bem preparadas e, principalmente, por pessoas que assumem “não por serem ‘chamadas’ pelo padre”, ou “porque têm vontade de fazer alguma coisa”, mas porque descobriram em seu coração o chamado de Jesus. Portanto, assumem a sua missão ‘por vocação’, por causa do chamado do Mestre.
Quando alguém caminha em sua vida com o coração aberto para Deus e para o amor dos irmãos, algum dia poderá sentir uma misteriosa voz interior, chamando, convidando para alguma missão.
Quando esse coração der ouvido à voz que chama, prestar atenção ao convite, der uma resposta positiva e se empenhar para cumprir a missão recebida, encontrará muito mais sentido em seu viver, descobrirá a alegria e a grandeza de poder servir a Deus na pessoa dos irmãos, fará um grande bem a muita gente, será uma benção para a comunidade e, ele mesmo, perceberá o valor maior de sua vida, feita ‘dom’ para os irmãos.
Por isso convidamos a todos para que rezem pelas vocações. Para que haja mais sacerdotes, mais religiosos, mais leigos comprometidos com nossa Igreja Povo de Deus.
Agosto é o mês vocacional. Vale a pena recordar o que celebramos neste mês:
1º Domingo: motivado pela festa de São João Maria Vianney, o Cura d'Ars, no dia 04, dia do padre;
2º Domingo: celebra-se, no país, o dia dos pais: destaque à vocação familiar, chamados a ser pai, mãe, gerar a vida;
3º Domingo: comemora-se o dia dos religiosos: destaque à vida consagrada, irmãos, irmãs, clero religioso;
4º Domingo (quando há só 4 domingos): é o dia do catequista: destaca-se a relação da vocação com a missão de anunciar a Palavra de Deus, formar o povo de sacerdotes;
5º Domingo (quando há 5 domingos): é o dia dos ministérios leigos: destaca-se a disponibilidade para o serviço à comunidade, ao Povo de Deus; aí o dia do catequista passa para o 5º domingo (é sempre o último domingo do mês de agosto).

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