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Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!


Sinal da Cruz

Acender a vela.

Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial:

Jesus, tu caminhas conosco nas estradas da vida. Pedimos que sempre abras os nossos olhos e faças o nosso coração arder quando lermos teu Evangelho. Ensina-nos o caminho a seguir. Amém!


Jesus explicou as Escrituras para os dois discípulos no caminho de Emaús. Ele mostrou como todo o Antigo testamento prometia a chegada de um grande salvador do povo. Esse salvador esperado era chamado de Messias. Jesus mostra aos dois viajantes que o esperado é Ele mesmo, que, apesar da cruz, está vivo.

Leitura Bíblica: Lc 24, 13-33

O que a Palavra diz?

A) Para onde caminhavam os dois discípulos?
B) Sobre o que conversavam?
C) Quem se aproximou deles e o que perguntou?
D) O que responderam?
E) Como Jesus chamou a atenção deles?
F) O que Jesus foi explicando para eles ao longo do caminho?
G) Quando chegaram ao povoado, o que fez Jesus?
H) O que eles pediram?  
I) O que Jesus fez na mesa?
J) O que aconteceu com Jesus depois?
K) O que disse um discípulo ao outro?
L) O que fizeram depois?





Após a morte de Jesus, seu túmulo ficou vazio, e seus seguidores anunciaram que ele ressuscitou dos mortos, pois apareceu para eles. Acreditar no testemunho de pessoas que viram Jesus ressuscitado e transmitiram para as outras gerações é o fato que sustenta a nossa fé. Nós recebemos o testemunho daqueles que tiveram a sorte de conviver com Jesus, sofreram ao ver sua morte na cruz, mas testemunharam com sua vida que ele está vivo. Sim, muitos seguidores de Jesus foram assassinados por noticiar a ressurreição do Crucificado. Para quem viu o Senhor vivo, era melhor morrer do que negar a evidência. Nossa fé sustenta-se no verdadeiro testemunho daquelas pessoas que viram Jesus. A ressurreição é a vida que vence a morte. Crer na ressurreição transforma a vida atual, pois dá um novo sentido aos desafios de cada dia. Há uma esperança certa.

Viver o Batismo é participar da missa.

Os viajantes de Emaús mudaram de vida depois que se encontraram com Jesus vivo. Deixaram a tristeza, voltaram para Jerusalém, animaram-se e ficaram com o coração cheio de alegria. Eles correram para avisar os outros sobre o que tinha acontecido.

O caminho de Emaús ocorre especialmente quando celebramos a Eucaristia, quando vamos à missa. Em cada domingo, participamos desse encontro com Jesus que nos fala e nos alimenta.


Oração final:

Senhor Jesus, foste ao encontro daqueles discípulos que caminhavam tristes e desanimados. Tu estás muito perto de nós, sempre pronto a nos animar, sempre disposto a mostrar que nunca caminhamos sozinhos. Por isso, mais uma vez, te pedimos: fica conosco, Senhor! Amém!

Rezar:

Pai Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Sinal da Cruz

Acender a vela. Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos.

Oração inicial: 

Senhor Jesus, tu revelaste o caminho do perdão, da partilha e do amor, mas muita gente não o acolheu; preferiu o ódio, a vingança e o egoísmo. Por isso te pregaram numa cruz. Acolhe, hoje, toda a humanidade que precisa tanto de ti e de tua Palavra.  Faze que este estudo nos aproxime mais de Ti, nosso Deus e Senhor. Amém!

Jesus passou pelo mundo fazendo o bem, mas nem todos concordaram com ele. Ele falou de partilha, o que desagradou quem só pensava em acumular. Ele falou em amar os inimigos, o que desagradou os violentos. Ele mostrou o valor dos doentes, das mulheres e dos pobres, o que desagradou  quem discriminava as pessoas. Ele se mostrou um líder manso, humilde e amado pelo povo, o que desagradou muitos poderosos. Por isso prenderam Jesus e decidiram matá-lo na cruz. A morte de Jesus foi consequência de sua vida.

Leitura Bíblica: Jo 19,25-30

 "25 A mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria Madalena estavam junto à cruz. 26 Jesus viu a mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava. Então disse à mãe: «Mulher, eis aí o seu filho.» 27 Depois disse ao discípulo: «Eis aí a sua mãe.» E dessa hora em diante, o discípulo a recebeu em sua casa.

28 Depois disso, sabendo que tudo estava realizado, para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede.» 29 Havia aí uma jarra cheia de vinagre. Amarraram uma esponja ensopada de vinagre numa vara, e aproximaram a esponja da boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: «Tudo está realizado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito."


O que a Palavra diz?

A) Quem estava aos pés da cruz?
B) O que Jesus disse à mãe?
C) O que Jesus disse ao discípulo?
D) O que deram para Jesus beber?
E) Quais foram as últimas palavras de Jesus?


Alguém doaria a própria vida por um amigo? É preciso ter muito amor e coragem para isso. Vimos que Jesus fez isso. Ele sofreu um processo no qual foi condenado à morte injustamente. Ele era inocente, mas foi tido como um malfeitor e, no silêncio, aceitou ser rejeitado até a morte. Não deixou de amar que o condenou e até perdoou quem o colocou na cruz. Os chefes de Israel o acusaram de agir contra a lei, contra o templo e contra a fé no Deus único de Israel, porque ele dizia ser o Filho de Deus. O Império Romano o acusou de querer ocupar o lugar do imperador.

Viver o Batismo. Sangue e água da cruz 

Antes de tirar o corpo de Jesus da cruz, os soldados feriram seu lado direito, furando-lhe o peito. A Bíblia diz que do seu lado aberto jorrou sangue e água. A Igreja viu nesse sinal dois sacramentos: sangue da Eucaristia e água do Batismo. Provavelmente o sangue saiu do coração, perfurado pela lança, e a água saiu dos pulmões, também perfurados. Mas o sentido da Eucaristia e do Batismo nos ajuda a perceber que Cristo se deu todo a nós por amor. Na benção da água do Batismo, há algumas frases que recordam isso.

Jesus ao ser batizado nas águas do Jordão, foi ungido pelo Espírito Santo. Pendente da cruz, do seu coração aberto pela lança fez correr sangue e água. Após sua ressurreição, ordenou aos apóstolos: “Ide, fazei todos os povos discípulos meus, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Oração final:

Jesus, tu disseste: “Prova de amor maior não há do que dar a vida pelos irmãos”. Na cruz tu morreste por amor, mas pela Páscoa tu ressuscitaste e vives entre nós. Ajuda-nos a não ter medo de falar e de viver do amor que tua cruz representa. Amém!



Rezar: Pai Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

 Sinal da Cruz 


Acender uma vela. 

Faça um pequeno altar, com uma Bíblia, cruz e vela.

Vamos acender a vela, sinal da luz da nossa fé que ilumina nossos passos, cantando: Ó luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós.




Oração inicial: 

Jesus, nosso rei. Tu és humilde e simples, mesmo sendo nosso Deus e Senhor. Quando entraste em Jerusalém montado num jumento, foste aclamado como rei. Ensina-nos a acolher-te como o rei de nosso coração, todos os dias de nossa vida. Amém!  


Jesus, após três anos ensinando seu povo e realizando sinais e milagres que confirmavam suas palavras, tomou a firme decisão de ir para Jerusalém, a capital de seu país. Ele entrou naquela cidade e foi muito bem recebido pelo povo que estava nas ruas, pois tinham ouvido falar do homem que curava os doentes, acalmava o mar e ensinava a todos. O povo queria fazer de Jesus o rei de Jerusalém. Por isso pegaram ramos de árvores para acenar e jogavam mantos no chão, fazendo um tapete para Jesus passar.


Leitura Bíblica: Lc 19,28-38  

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

Glória a vós, Senhor!

“Naquele tempo, Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém. Quando se aproximou de Betfagé e Betânia, perto do monte chamado das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos, dizendo: “Ide ao povoado ali na frente. Logo na entrada encontrareis um jumentinho amarrado, que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui. Se alguém, por acaso, vos perguntar: ‘Por que desamarrais o jumentinho?’, respondereis assim: ‘O Senhor precisa dele’”.  Os enviados partiram e encontraram tudo exatamente como Jesus lhes havia dito. Quando desamarravam o jumentinho, os donos perguntaram: “Por que estais desamarrando o jumentinho?” Eles responderam: “O Senhor precisa dele”. E levaram o jumentinho a Jesus. Então puseram seus mantos sobre o animal e ajudaram Jesus a montar. E enquanto Jesus passava, o povo ia estendendo suas roupas no caminho. Quando chegou perto da descida do monte das Oliveiras, a multidão dos discípulos, aos gritos e cheia de alegria, começou a louvar a Deus por todos os milagres que tinha visto. Todos gritavam: “Bendito o rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!””

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor!

O que a Palavra diz?

A) Para onde Jesus foi com os discípulos?
B) Quando se aproximou do monte das Oliveiras, o que Jesus pediu a dois discípulos?
C) O que fizeram os discípulos?
D) Como Jesus entrou na cidade de Jerusalém?
E) O que a multidão fez?
F) Por que todos aclamavam Jesus?
G) O que dizia a multidão?

Jesus é um rei diferente. 

Jesus tinha consciência de ser o humilde servo do Senhor. Por isso não escolheu um cavalo forte nem uma carruagem de luxo para entrar em Jerusalém. Ele montou num jumentinho, que é apenas um animal de serviço. Mas o povo, ao ver Jesus, fica feliz e espera que ele inicie um governo novo naquela cidade. Ele é aclamado com ramos de oliveira e de palmas. Para muitos, Jesus iria derrubar o poder dos romanos e tomar conta da cidade, por isso o povo estava fazendo festa. Nem imaginava o que realmente estava para acontecer com Jesus: sua morte na cruz.

Viver o Batismo: Viver o Batismo é fazer parte do povo de reis.

Muitos anos antes de Cristo, o povo de Israel, ao dar posse ao novo rei, não colocava uma coroa na cabeça dele, mas derramava óleo, sinal de que estava preparando para a missão de governar o povo com justiça. Todos tivemos a cabeça ungida com óleo no dia de nosso Batismo. A Igreja recorda, com esse gesto, que somos um povo de reis. Reinamos com Cristo para tornar este mundo mais justo, fraterno e pacífico. Somos o povo do rei Jesus que nos faz reis do amor, para viver como Ele viveu.


Oração final: 

Jesus, rei humilde, aclamado em Jerusalém com mantos e ramos de oliveira, tu és nossa alegria e nosso Deus. Tu sempre és bem-vindo em nossa casa, em nossa família e em nossa vida. Dá-nos força para anunciar ao mundo que tu és o nosso rei que nos conduz nos caminhos da vida. Amém!

Rezar:

Pai-Nosso, Ave-Maria e Santo Anjo

Fonte: Bíblia
           Casa da Iniciação Cristã - Eucaristia 1




Participemos com alegria das celebrações natalinas em nossas comunidades!

RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 20 de dezembro de 2012 (ZENIT.org) - Neste final de semana concluímos o tempo do Advento e iniciamos o do Natal, quando estaremos celebrando, já na noite de segunda-feira próxima, a vigília da Solenidade do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo!
No momento atual, é importante colocarmos o adjetivo “cristã” na festa que ora celebramos, pois nem sempre esse aspecto fica claro para as pessoas. A imagem midiática que a maioria tem do Natal é que a data é uma ótima oportunidade de compras e vendas, de dar e receber presentes, de comidas, bebidas em abundância, de visitas de confraternizações. Para muitos, o verdadeiro sentido do Natal passa despercebido.
Não há dúvida de que alguns desses aspectos podem até mesmo entusiasmar as pessoas, em especial as crianças, e fazem parte do imaginário que trazemos desde a infância. Passam-se os anos e a força econômica continua a investir nessa direção.
Porém, é muito importante retomar o mistério central do Natal e central neste momento de Natal, que, de certa forma, também trazemos impresso em nossa memória: o Mistério da Encarnação celebrado nas solenidades litúrgicas que marcam essa data.
Quantas vezes escutamos que as pessoas não puderam participar da celebração por causadas visitas dos parentes e amigos que chegaram, porque estavam preocupadas em arrumar a casa, receber as pessoas,fazer ou comprar a comida ou mesmo enfeitando a residência?
A imagem da família indo à Igreja para participar da Missa da Noite de Natal, ou mesmo no Dia de Natal, precisa ser ainda mais incrementada como um sinal da festa que foi bem preparada: a atualização da presença do Verbo de Deus na história da humanidade. É essa experiência que permanece. O restante passa.
A alegação do medo da violência para o deslocamento no turno é apenas uma parte da desculpa, pois para outros eventos e circunstâncias as pessoas participam durante a noite e até nas madrugadas. Embora, infelizmente, essa razão tenha algum fundo verdadeiro, mas que não exclui ainda a nossa liberdade de locomoção. Isso nos leva a trabalhar mais para que a celebração do Mistério da Encarnação modifique também esse aspecto, tornando as nossas cidades mais seguras.
A celebração do Natal é a celebração do acontecimento único e exclusivo em nossa história: o Verbo eterno “se encarnou”, veio morar no meio de nós! Quando chegou o momento certo, Deus enviou o seu Filho nascido da Virgem Maria para ser o nosso Salvador, como havia prometido. Com o nascimento de Jesus Cristo se concretiza a nossa Redenção. Esse acontecimento é o centro da história humana. De fato, como um sinal muito claro dessa centralidade, convencionou-se que os anos sejam contados em “antes” e “depois” de Cristo.
As questões periféricas (e a cada ano sempre se exploram algumas) sobre o “dia do nascimento de Cristo”, o erro na contagem dos anos, o aspecto e as imagens do presépio com ou sem animais, a discussão sobre a estrela que apareceu e tantas outras questões não tiram a centralidade desse acontecimento único: a intervenção de Deus em nossa vida! Ele veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam, lamenta a Sagrada Escritura. Essa lamentação ecoa ainda hoje! Com Cristo temos a nova criação, o Novo Adão, do qual somos todos descendentes, já que salvos por Ele.
Aquele que veio para todos (universalidade da salvação) derramou seu sangue para que aqueles que acolhem a Sua Palavra tenham a vida eterna. E o apelo do Natal é para que, celebrando o seu nascimento, aprofundemos o encontro com Ele, pois, com a Encarnação, nós O encontramos em cada irmão e irmã.
Ao celebrarmos o Natal, a “festa cristã”, não estamos apenas recordando um fato passado, mas sim atualizando para hoje essa realidade. Ao recordarmos que Jesus Cristo nasceu historicamente e que Ele virá um dia escatologicamente, queremos aprofundar o nosso encontro com Ele no tempo que se chama hoje. Ele, que é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, tornou-se a nossa “ponte” de encontro. Ele é o Pontífice que nos leva a caminhar para a união com a Trindade, e nos traz a vontade de Deus para que vivamos segundo os planos do Pai.
Por isso, o tempo do Advento que acabamos de celebrar foi a oportunidade de purificarmos o nosso coração e a nossa mente para que o Natal seja realmente uma festa cristã.
Não imaginava que um dia fosse necessário, em nossa realidade,ter que “adjetivar” essa festa, ou seja, recordar que o Natal é cristão, que é Cristo que nasce! Ao constatarmos isso aqui no nosso Ocidente “chamado cristão”, é uma realidade que nos leva a enfrentar com muita coragem esse desafio de celebrarmos a Vida de Jesus Cristo que nasce como Messias e Salvador.
Ao retornarmos ao centro da festa, tudo se ilumina, e até mesmo as outras atividades tradicionais deste tempo adquirem sentido.
Natal é vida que nasce, é a alegria do encontro com Jesus Cristo como Senhor da Vida e da História, é o encontro com os irmãos e irmãs na construção da vida de fraternidade, que é possível para aqueles que creem e O aceitam como Salvador.
Em seu livro sobre a Infância de Jesus, assim se expressa o Papa Bento XVI: “jaz na manjedoura Aquele que havia de apresentar-se a Si mesmo como o verdadeiro pão descido do céu, como o verdadeiro alimento que dá ao homem a vida verdadeira: a vida eterna.” E continua: “Dessa forma, a manjedoura torna-se uma alusão à mesa de Deus, para a qual é convidado o homem a fim de receber o pão de Deus”. “Na pobreza do nascimento de Jesus, delineia-se a grande realidade, em que misteriosamente se realiza a redenção dos homens” (p. 61).
Participemos, portanto, com alegria das celebrações natalinas em nossas comunidades! Talvez esse seja um passo importante para não perdermos o sentido da Festa Cristã. Um povo que segue verdadeiramente a Cristo é um povo que constrói um mundo de irmãos!
Feliz e Santo Natal, e uma bênção especial com muito carinho a todos os que são amados por Deus!
† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Presépio de Natal

Presépio Som, Luz e Movimento


Como ocorre todos os anos, os arautos do Evangelho apresentam no mês de dezembro o Presépio Som, Luz e Movimento. As apresentações começam no dia 1º de Dezembro, sábado e vai até o dia 06 de janeiro de 2013, sempre aos sábados e domingos, no horário das 16 às 21h. Nos dias 24, 25 e 01 de janeiro serão realizadas apresentações extras. 
Endereço: Rua Estrada Real do Poço, Casa Forte (Poço da Panela).
Não perca! A entrada é franca. 

VOCÊ É MUITO IMPORTANTE PARA MIM

Você é muito importante para mim! Você corre, almoça, trabalha, canta, chora, ama. Você sorri, mas nunca me chama. Você se entristece, depois se acalma, mas nunca me agradece. Você caminha, sobe e desce escadas e não se preocupa comigo. Você tem tudo e não me da nada. Você sente amor, ódio, sente tudo, menos a minha presença. Você tem os sentidos perfeitos, mas nunca os usa por mim. Você estuda e não me entende, ganha e não me ajuda, canta e não me alegra. Você é tão inteligente e não sabe nada sobre mim. Se você está triste, me culpa por isso, mas se está alegre não me deixa participar de sua felicidade. Você faz o que os outros ordenam, mas não faz o que lhe peço com humildade. Se você subiu na vida, pisa nos menos favorecidos, se não subiu descarrega sobre mim sua ira. Você quebra galhos para amigos, mas não tira um espinho da minha testa. Você abaixa os olhos quando um superior lhe fala, mas não levanta esses mesmos quando lhe falo do meu amor. Você defende seu time, seu ator, mas não me defende dos seus amigos. Você não sente vergonha de se despir perante alguém, mas sente vergonha de tirar sua máscara diante de mim. Você é um corpo no mundo e eu sou um mundo em seu corpo. Eu sou alguém que todos os dias bate a sua porta e pergunta: Tem lugar para mim? Na sua casa, na sua vida, no seu coração? Eu estou presente nessas linhas que você por curiosidade começou a ler... Eu sou Jesus Cristo! Quero simplesmente que você me aceite como amigo e me confesse como Senhor e Salvador!

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