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Comissão Regional Nordeste 2 Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética: Escola regional de Animação Bíblico Catequética re...: No período de um ano e meio a comissão Regional de Animação Bíblico Catequética do Regional Nordeste 2 achou por bem pensar em um proces...
Pe Elison Silva lançará DVD de formação de catequistas
Acontecerá no dia 17 de dezembro o lançamento do primeiro DVD “Jesus Modelo de Catequista” do Padre Elison Silva, visando a formação de catequistas em nossa Igreja. O lançamento acontecerá às 19h30 na Paróquia Nossa Senhora das Dores, no bairro da Santa Lúcia, Maceió-AL.
Padre Elison é Membro do Grupo de Reflexão Bíblico Catequética - GREBICAT que é formado por Biblistas e Catequetas que assessoram na reflexão, orientação e animação bíblica da catequese e a na animação bíblica de toda Pastoral da CNBB. Membro da Sociedade de Catequetas que tem como finalidade favorecer a convergência de pessoas qualificadas no campo da catequese e o livre intercâmbio de pesquisas e experiências que promovam o avanço nesta área pastoral. É Especialista em Pedagogia Catequética pela PUC-Goiás. Coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 de Animação Bíblico Catequética da CNBB. Diretor do Instituto Bíblico Catequético da Arquidiocese de Maceió. Membro da Comissão Arquidiocesana de Animação Bíblico Catequética.
A partir do dia 17 de dezembro o DVD estará disponível para todo o Brasil.
Mentiras e verdades sobre papai noel
(Esta mensagem recebi por email)
Eis o artigo.
Assistimos a uma verdadeira invasão da falácia mitológica de “papai noel”. Ela não é casual. Este mito atua como ponta do Iceberg da subjetivação consumista dominante por todos os lados do planeta. Nesse frenesi do consumo, o nascimento de Jesus, Natal, aparece como um obstáculo para a lógica capitalista do lucro comercial. O espírito do menino Jesus nascendo pobre, numa opção pelos pobres, mostrando a liberdade através do desprendimento, representa tudo o contrário da ideologia consumista do capitalismo. Por este motivo, a estratégia que, ano após ano, se monta em escala global, é silenciar ao “menino Jesus” para mostrar um outro símbolo mais próximo do consumo: papai noel.
Há uma rivalidade silenciosa, mas fortemente travada, entre o sentido do natal de Jesus e o simbolismo do papai noel. A realidade é que a onipresença comercial de papai noel nas lojas, centros comerciais, propagandas e comerciais de TVE, radio, imprensa, etc., anula a presença do Jesus menino. Cada vez resulta mais difícil entender que o natal que celebramos não é o de papai noel, senão o de Jesus.
A genealogia do nascimento de cada um destes personagens revela o verdadeiro objetivo de sua presença histórica. O nascimento do menino Jesus, pobre numa estrebaria, silencioso numa aldeia longínqua, revela que o essencial da vida humana não está no possuir nem no consumir, mas no ser e na acolhida do Outro.
E o nascimento de papai noel? Conhecer a seu verdadeiro nascimento, ajuda a tirar as máscaras religiosas ou moralistas que tentam justificar e ocultar seu papel de “boneco propaganda”.
O papai noel que nós temos aí, espalhado pelo mundo tudo como símbolo e exemplo do consumismo capitalista em grande escala, ao contrário do que nos querem fazer acreditar, não tem nada a ver com os diversos personagens históricos que, de uma ou de outra forma, e em várias culturas, davam presentes como símbolo de agradecimento ou generosidade. O papai noel das vitrines e comerciais não tem nenhuma relação original com, por exemplo, São Nicolau, bispo cristão do século II, nem com a tradição francesa do “pere noel’, nem com Santa Claus, entre outras. Nenhum destes personagens históricos está relacionado com a origem do “papai noel” comercial atual. Todos esses personagens eram lembrados ou celebrados em outras datas diferentes do Natal de Jesus, nenhum deles tinha relação direta com o Natal nem com dar presentes em Natal.
A verdade é que o “papai noel” das vitrines, o velinho de cores vermelhas e brancas foi produzido, tal qual o conhecemos, por um desenhista da coca-cola, Thomas Nast, o ano de 1931. Segundo o desenho 1 abaixo.
A coca-cola sentia necessidade de impulsionar o
consumo de sua bebida numa época de inverso de baixo consumo. Com este
objetivo, a empresa lançou uma campanha para criar ideias a respeito. O
cartunista Thomas Nast
retomou uma vaga ideia tradicional de um velhinho que entregava
presentes, e criou o boneco propaganda que conhecemos, com os símbolos
do consumo dessa bebida. O personagem é totalmente inventado pela
cartunista, inclusive, inicialmente era fumante, algo que posteriormente
foi suprimido, pois é politicamente incorreto na atual conjuntura
crítica ao fumo.
Foi um outro cartunista da coca-cola, Haddon Sundblom, que na segunda metade do século XX, e a serviço de essa empresa, foi retocando a imagem do boneco propaganda, papai noel, até transformá-lo muito próximo das imagens que hoje circulam dele. As cores da coca-cola, vermelha e branca, continuam a ser os símbolos distintivos deste personagem, comercial por natureza e mercantilista por essência.
A explicação do surgimento de papai noel seguiu o
percurso inverso aquele que nos querem fazer acreditar. O boneco
propaganda de papai noel foi inventado, especificamente, para circular
como logotipo das campanhas comerciais de natal dessa companhia
comercial. O vínculo do boneco propaganda “papai noel” com o
natal de Jesus só está na intencionalidade estratégica da
comercialização capitalista da festa do natal. No lugar de utilizar
comercialmente o menino Jesus para incentivar a compra e consumo de
mercadorias, que provocaria uma reação contrária pela manipulação
descarada da fé cristã, inventaram este personagem que se dobra
docilmente aos interesses comerciais da incitação ao consumo.
O passo seguinte foi acontecendo segundo a lógica da sociedade de consumo em grande escala que vivemos. O boneco propaganda criado para uma finalidade concreta da companhia coca-cola, tomou uma dimensão muito maior da prevista ao obter um grande sucesso em diversas campanhas de natal. Por este motivo, todas as associações de comerciantes e as diversas empresas começaram a perceber o potencial propagandístico de vendas e consumo que o boneco de papai noel tinha. Alavancados pelo frenesi de vender e ganhar fazendo consumir, utilizaram o papai noel como marca numa escala mundial.
Posteriormente houve necessidade de recriar a origem do boneco propaganda, encobrindo a verdade mercantil de sua gênese com uma suposta ascendência histórica em algum ou vários personagens históricos. O papai noel comercial fica muito vulnerável se reduzido a mero boneco propaganda, pois mostra o lado, perverso, de incitação ao consumo que lhe caracteriza. Era necessário ocultar esta verdade com uma outra mentira, afirmando que ele é parte da tradição histórica religiosa ou cultural de várias sociedades. Para tanto, se tento relacioná-lo com São Nicolau, Santa Claus, e várias lendas ou outros personagens históricos que tinham valores humanos bonitos a serem preservados e divulgados. Essa tentativa de inventar uma falsa origem histórica de papai noel esconde o verdadeiro origem comercial deste boneco. A verdade é que na origem deste boneco está um interesse comercial. O vazio histórico do boneco mostra também o vazio existencial a que conduz seu uso estratégico como marca de consumo.
A genealogia do papai noel que temos entre nós mostra que ele nada mais é do que um logotipo comercial, utilizado em grande escala como símbolo dos novos tempos de um capitalismo consumista em expansão e impiedoso com os valores e a mensagem do Natal de Jesus. Ele representa a o espírito do capitalismo consumista.
Ambos personagens, Jesus e papai noel, são incompatíveis. O Natal de Jesus é um apelo a nos libertar do ter, sermos livres aprendendo a usar sem acumular. O logotipo do papai noel é um incentivo permanente a consumir para viver, fazendo da vida um consumo e do consumo uma forma de vida. O Natal de Jesus mostra que o essencial da vida se encontra naquilo que não se compra nem se pode vender. O essencial da vida tem é gratuidade, é Graça, de graça o recebemos e de graça temos que aprender a doá-lo. O papai noel é um incessante apelo a procurar no ter nosso modo de ser, e transferir para as mercadorias as expectativas de nossas vidas. Por isso o papai noel atua como um fetiche enganador, uma espécie de idolatria das mercadorias. Ele é um bom símbolo da idolatria do mercado. Onde o boneco de papai noel triunfa, o Natal de Jesus fica anulado.
Por outro lado, a simbologia cristã preservou tradicionalmente o Natal de Jesus
da dimensão consumista. Em muitas culturas e países, eram os três reis
magos que traziam os presentes para as crianças. A festa dos magos é o 6
de janeiro, deslocada do Natal, embora a ele
conectada. Os presentes dos magos para o menino Jesus serviam de símbolo
para as crianças manterem a expectativa, o sonho da imaginação e do
valor de um presente. Na figura dos magos, cada presente tem o valor
simbólico do que representa, não o valor consumista da possessão.
FELIZ NATAL DE JESUS !
(sem o papai noel)
"A genealogia do papai noel que temos entre nós mostra que ele nada mais é do que um logotipo comercial, utilizado em grande escala como símbolo dos novos tempos de um capitalismo consumista em expansão e impiedoso com os valores e a mensagem do Natal de Jesus. Ele representa a o espírito do capitalismo consumista", escreve Castor Bartolomé Ruiz, professor nos cursos de graduação e pós-graduação em Filosofia da Unisinos.
Eis o artigo.
Assistimos a uma verdadeira invasão da falácia mitológica de “papai noel”. Ela não é casual. Este mito atua como ponta do Iceberg da subjetivação consumista dominante por todos os lados do planeta. Nesse frenesi do consumo, o nascimento de Jesus, Natal, aparece como um obstáculo para a lógica capitalista do lucro comercial. O espírito do menino Jesus nascendo pobre, numa opção pelos pobres, mostrando a liberdade através do desprendimento, representa tudo o contrário da ideologia consumista do capitalismo. Por este motivo, a estratégia que, ano após ano, se monta em escala global, é silenciar ao “menino Jesus” para mostrar um outro símbolo mais próximo do consumo: papai noel.
Há uma rivalidade silenciosa, mas fortemente travada, entre o sentido do natal de Jesus e o simbolismo do papai noel. A realidade é que a onipresença comercial de papai noel nas lojas, centros comerciais, propagandas e comerciais de TVE, radio, imprensa, etc., anula a presença do Jesus menino. Cada vez resulta mais difícil entender que o natal que celebramos não é o de papai noel, senão o de Jesus.
A genealogia do nascimento de cada um destes personagens revela o verdadeiro objetivo de sua presença histórica. O nascimento do menino Jesus, pobre numa estrebaria, silencioso numa aldeia longínqua, revela que o essencial da vida humana não está no possuir nem no consumir, mas no ser e na acolhida do Outro.
E o nascimento de papai noel? Conhecer a seu verdadeiro nascimento, ajuda a tirar as máscaras religiosas ou moralistas que tentam justificar e ocultar seu papel de “boneco propaganda”.
O papai noel que nós temos aí, espalhado pelo mundo tudo como símbolo e exemplo do consumismo capitalista em grande escala, ao contrário do que nos querem fazer acreditar, não tem nada a ver com os diversos personagens históricos que, de uma ou de outra forma, e em várias culturas, davam presentes como símbolo de agradecimento ou generosidade. O papai noel das vitrines e comerciais não tem nenhuma relação original com, por exemplo, São Nicolau, bispo cristão do século II, nem com a tradição francesa do “pere noel’, nem com Santa Claus, entre outras. Nenhum destes personagens históricos está relacionado com a origem do “papai noel” comercial atual. Todos esses personagens eram lembrados ou celebrados em outras datas diferentes do Natal de Jesus, nenhum deles tinha relação direta com o Natal nem com dar presentes em Natal.
A verdade é que o “papai noel” das vitrines, o velinho de cores vermelhas e brancas foi produzido, tal qual o conhecemos, por um desenhista da coca-cola, Thomas Nast, o ano de 1931. Segundo o desenho 1 abaixo.
Foi um outro cartunista da coca-cola, Haddon Sundblom, que na segunda metade do século XX, e a serviço de essa empresa, foi retocando a imagem do boneco propaganda, papai noel, até transformá-lo muito próximo das imagens que hoje circulam dele. As cores da coca-cola, vermelha e branca, continuam a ser os símbolos distintivos deste personagem, comercial por natureza e mercantilista por essência.
O passo seguinte foi acontecendo segundo a lógica da sociedade de consumo em grande escala que vivemos. O boneco propaganda criado para uma finalidade concreta da companhia coca-cola, tomou uma dimensão muito maior da prevista ao obter um grande sucesso em diversas campanhas de natal. Por este motivo, todas as associações de comerciantes e as diversas empresas começaram a perceber o potencial propagandístico de vendas e consumo que o boneco de papai noel tinha. Alavancados pelo frenesi de vender e ganhar fazendo consumir, utilizaram o papai noel como marca numa escala mundial.
Posteriormente houve necessidade de recriar a origem do boneco propaganda, encobrindo a verdade mercantil de sua gênese com uma suposta ascendência histórica em algum ou vários personagens históricos. O papai noel comercial fica muito vulnerável se reduzido a mero boneco propaganda, pois mostra o lado, perverso, de incitação ao consumo que lhe caracteriza. Era necessário ocultar esta verdade com uma outra mentira, afirmando que ele é parte da tradição histórica religiosa ou cultural de várias sociedades. Para tanto, se tento relacioná-lo com São Nicolau, Santa Claus, e várias lendas ou outros personagens históricos que tinham valores humanos bonitos a serem preservados e divulgados. Essa tentativa de inventar uma falsa origem histórica de papai noel esconde o verdadeiro origem comercial deste boneco. A verdade é que na origem deste boneco está um interesse comercial. O vazio histórico do boneco mostra também o vazio existencial a que conduz seu uso estratégico como marca de consumo.
A genealogia do papai noel que temos entre nós mostra que ele nada mais é do que um logotipo comercial, utilizado em grande escala como símbolo dos novos tempos de um capitalismo consumista em expansão e impiedoso com os valores e a mensagem do Natal de Jesus. Ele representa a o espírito do capitalismo consumista.
Ambos personagens, Jesus e papai noel, são incompatíveis. O Natal de Jesus é um apelo a nos libertar do ter, sermos livres aprendendo a usar sem acumular. O logotipo do papai noel é um incentivo permanente a consumir para viver, fazendo da vida um consumo e do consumo uma forma de vida. O Natal de Jesus mostra que o essencial da vida se encontra naquilo que não se compra nem se pode vender. O essencial da vida tem é gratuidade, é Graça, de graça o recebemos e de graça temos que aprender a doá-lo. O papai noel é um incessante apelo a procurar no ter nosso modo de ser, e transferir para as mercadorias as expectativas de nossas vidas. Por isso o papai noel atua como um fetiche enganador, uma espécie de idolatria das mercadorias. Ele é um bom símbolo da idolatria do mercado. Onde o boneco de papai noel triunfa, o Natal de Jesus fica anulado.
(sem o papai noel)
Espiritualidade do Advento
- Vejamos algumas das principais dimensões que nos coloca uma real vivência do Advento:
Tempo do Deus da libertação:
A liturgia do Advento por meio dos textos do profeta Isaías nos
apresenta o Deus que aterra os vales, aplaina as montanhas, faz com que o
deserto floresça, coloca juntos o leão e o cordeiro. É o Deus do
impossível, que vem para proteger os pobres e dissipar as trevas por
meio da sua Luz. (cf. Is 9, 1-6; 40, 1-30; 45, 7-8)
Tempo de expectativa vigilante e alegre:
Em toda a liturgia do Advento ressoam as promessas de Deus que
foram cumpridas em Jesus Cristo. Porém, no fim dos tempos, irá se
realizar em definitivo a história das “promessas de Deus” e aparecerá o
objeto de todas essas promessas, isto é, o próprio Deus, visto e
contemplado em toda a riqueza da sua graça. É a expectativa gerada no
Advento e que nos conduz a um estado de vigilância e de preparação para
esse grande momento.
A
expectativa vigilante é sempre acompanhada da alegria. Por isso podemos
afirmar que o Advento é tempo de expectativa jubilosa porque aquilo que
se espera certamente acontecerá. Deus é sempre fiel.
| Internet |
Tempo de esperança: São Paulo nos mostra que o Deus da revelação de Jesus Cristo é o “Deus da esperança”(Rm
15,13). Por isso toda a Igreja vive dessa grande esperança, e nela nos
mergulha no Advento. O povo de Israel esperou o cumprimento das
promessas de Deus e a Igreja vive delas. A esperança da Igreja é a mesma
do povo de Israel, mas já realizada em Cristo. A Igreja vive, na
esperança, a sua existência como graça de Cristo para todos os homens. E
pelo mistério do Advento, essa mesma Igreja é chamada a tornar-se sinal
concreto de libertação integral do homem.
O
Advento é o tempo litúrgico da grande educação à esperança: uma
esperança que se torna, pela graça de Deus, forte e paciente; que aceita
a hora da provação e da perseguição; enfim, uma esperança confiante.
Tempo de conversão:
A experiência nos mostra que não existe possibilidade de esperança e
de alegria sem retornar ao Senhor de todo o coração, na expectativa da
sua volta. Para isso, precisamos converter radicalmente os nossos
corações ao Senhor com a real disposição de deixar o que é velho em nós e
assumirmos o novo em nossas vidas.
Coragem! O Advento é o tempo propício de conversão aos duros de coração.
Dimensão histórica da salvação:
Deus se fez homem e veio habitar no meio de nós. O Deus eterno quis
entrar no tempo e viver a nossa história. Ele é o “Deus-conosco” que
salvou a humanidade inteira. E no Advento
recordamos essa dimensão histórica da salvação, realizada em Jesus
Cristo, que nos conduziu a plenitude dos tempos (cf. Gl 4,4).
Dimensão escatológica do mistério cristão: O Senhor Deus se manifesta em sua Palavra como “Aquele que é, que era e que vem”(Ap
1,4-8; Ex 3,13-14). Por isso, o Advento, com a sua liturgia própria,
nos ajuda a ver a história como lugar do agir das promessas de Deus e
nos direciona para o seu cumprimento no “Dia do Senhor”.
Dimensão missionária: No
Advento, toda a Igreja contempla o Pai que envia seu Filho para salvar
os homens por meio da ação (envio) do Espírito Santo. Por isso o Advento
de Cristo na Igreja e por meio da Igreja atua-se mediante a missão.
Esse Tempo litúrgico é assim, por sua própria natureza, o tempo do
aprofundamento do significado autêntico da missão.
A
Igreja não vive para si, mas para o mundo. Cada cristão participa dessa
missão de proclamar a vinda do Senhor e de esperá-la com uma alegre
expectativa. Isso é essencial na vida cristã. E o mistério do Advento
nos insere nessa missão.
Enfim,
ao contemplarmos e vivermos a espiritualidade do Advento, percebemos
duas grandes dimensões: a escatológica (aprofundada até o dia 16 de
dezembro) e a natalina (aprofundada do dia 17 a 24 de dezembro).



