Bruno Luã da Silva Galvão

Qual o direcionamento exato para lançar a rede que fisgue novos catequistas que assumam a sua vocação até então não percebida? E que...como também se responsabilizem no compromisso de batizados sendo agentes evangelizadores na missão da Igreja?

Que pescaria árdua e desafiadora para a Igreja, e de modo mais particular a catequese!

Mas, tal questionamento seria uma inquietação primordial para nossa reflexão, já que há uma gigantesca escassez de catequistas em nossas paróquias de diversas realidades sociais, ora encarada nos grandes centros urbanos, ora nas periferias.

Mas, como encarar a realidade de poucos catequistas para um imenso mar de catequizandos que encontram na Igreja um suporte de orientações e esclarecimentos que os ajudam a crescer espiritualmente em sua fé?

Primeiramente, o alvo eficaz para essa solução seria a juventude que, com sua juvenilidade, seu poder criativo, sua dinamicidade – características da catequese renovada - despertaria e facilitaria o entendimento dos mistérios da fé para nossas crianças.

Aqui esclareço que defendo uma catequese direcionada pela juventude. Não implica dizer que estou desvalorizando ou menosprezado os catequistas adultos. Mas apresento os desafios existentes, pois os catequistas jovens serão amanhã os catequistas adultos.

Trazer os jovens para a caminhada de vida pastoral, em época que a sociedade entrelaçada com seu pós-modernismo possui um vasto leque de opções disponíveis aos jovens, oferecendo-lhes elementos para o consumo de satisfações passageiras desenfreadas e exacerbadas, requer firme mobilização de toda a Igreja e esforços dos pastores, a ajudarem esses jovens a perceberem e enxergar a realidade os quais estão inseridos, para que não percam o sentido de viver.

Ora, a sociedade constantemente lança redes de instrumentos para atraírem os jovens, transformando-os em ímpios dependentes e prisioneiros. Os modernos celulares, computadores, carros, ritmos de festas diversos, sites de relacionamentos, entre outros, são alguns de milhares meios que a sociedade encontra para fisgar jovens para o “seu” mundo, estabelecendo assim uma sociedade individualista. Como também dificultando a imersão da juventude na Igreja, que está dopado pelas ferramentas da pós-modernidade.

Parece o que foi dito, seja um amontoado de “palavreado” corriqueiro. Na verdade, retrata a pura realidade e que é preciso ter um olhar especial. E neste entrelaçado de coisas onde fica a catequese? Em meio à desafiante pesca por catequistas jovens incumbidos de evangelizar crianças e conduzi-las para uma missão na Igreja, compete a cada um de nós despertarmos neles a sua vocação de servir a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por último, é do nosso conhecimento o processo que se dar uma pescaria. Redes e coragem são bons sinais que se transformam em abundância. Sejamos cada um de nós agente de pastoral esta rede em meio à juventude, para torná-los catequistas. Mencionamos acima os desafios, mas tenhamos a certeza: Resgatar jovens para a Igreja será desafiador, mas não difícil!

23 Muito tempo depois, o rei do Egito morreu. Os filhos de Israel gemiam sob o peso da escravidão, e clamaram; e do fundo da escravidão, o seu clamor chegou até Deus. 24 Deus ouviu as queixas deles e lembrou-se da aliança que fizera com Abraão, Isaac e Jacó. 25 Deus viu a condição dos filhos de Israel e a levou em consideração.

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Hoje, 8 de setembro, estamos comemorando o aniversário de 80 anos de uma pessoa muita querida e especial para nós: Padre José Edwaldo Gomes. É pessoa virtuosa E destemida. Acompanhamos o início de seus trabalhos paroquiais em Casa Forte e disto podemos dar o melhor testemunho: temos na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus diversas pastorais e entre elas um forte trabalho assistencial com crianças e adolescentes que são atendidos na Creche, primeiramente, e depois na Casa da Criança Marcelo Asfora. Aqui, nossas Celebrações Eucarísticas são sempre piedosas, belas e atendendo às diretrizes da CNBB e do Concílio Vaticano II. Inúmeras são nossas Pastorais. Seu trabalho conosco em prol da construção do Reino de Deus é frutuoso. Queremos hoje pedir a Jesus e a Virgem Maria que o abençoe e o guarde, dando-lhe forças para continuar a sua caminhada.

Parabéns amigo!

Pompéa - coordenadora da Catequese da Paróquia de Casa Forte

11 Passaram os anos. Moisés cresceu e saiu para ver seus irmãos. E notou que eram submetidos a trabalhos forçados. Viu também que um dos seus irmãos hebreus estava sendo maltratado por um egípcio. 12 Olhou para um lado e para outro, e vendo que não havia ninguém, matou o egípcio e o enterrou na areia. 13 No dia seguinte, Moisés saiu e encontrou dois hebreus brigando. E disse para o agressor: «Por que você está ferindo seu próximo?» 14 Ele respondeu: «E quem foi que nomeou você para ser chefe e juiz sobre nós? Está querendo me matar como matou o egípcio ontem?» Moisés sentiu medo e pensou: «Certamente a coisa já é conhecida». 15 O Faraó ouviu falar do fato e procurou matar Moisés. Moisés, porém, fugiu do Faraó e se refugiou no país de Madiã. E aí se sentou junto a um poço. 16 O sacerdote de Madiã tinha sete filhas. Elas foram buscar água para encher os bebedouros e dar de beber ao rebanho de seu pai. 17 Nisso, chegaram uns pastores e tentavam expulsá-las. Então Moisés se levantou para defendê-las e deu de beber ao rebanho delas. 18 E elas voltaram para seu pai Ragüel, e este lhes perguntou: «Por que vocês voltaram hoje mais cedo?» 19 Elas responderam: «Um egípcio nos livrou dos pastores, tirou água e deu de beber ao rebanho». 20 O pai perguntou: «Onde está ele? Por que o deixaram ir embora? Vão chamá-lo para que venha comer». 21 Moisés concordou em morar com ele. E ele deu a Moisés sua filha Séfora. 22 Ela deu à luz um menino, a quem Moisés deu o nome de Gérson, dizendo: «Sou imigrante em terra estrangeira».

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