Como nos organizamos?

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Vestes Litúrgicas



Batina
Veste de cor preta usada por padres. Tem 33 botões na frente, que representam a idade de Cristo e 5 botões na manga, que representam as 5 chagas de Jesus .(pouco usada)




Camisa Clergyman
Camisa usada por sacerdotes com gola especial.





Solidéu
Acessório que o bispo usa embaixo da mitra.









Mitra
Chapéu usado pelo bispo. O coroinha que fica encarregado de segurá-lo durante a celebração deve usar o véu umeral e a esse coroinha se dá o nome de mitrífero.






Véu Umeral ou Véu de Ombros
Manto retangular que o sacerdote utiliza sobre os ombros para dar a bênção do Santíssimo Sacramento




Toalha
Deve cobrir toda a mesa do altar. Geralmente é bordada com símbolos Cristãos



Sobrepeliz
Veste branca, com rendas ou sem elas, usada pelo sacerdote, sobre a batina, nas celebrações (pouco usada)





Veste de Coroinha
Veste utilizada pelos coroinhas nas Celebrações Eucarísticas





Túnica ou Alva
Veste longa, de cor quase sempre branca. É a veste utilizada pelo sacerdote para distinguir-se das demais pessoas, para identificá-lo como presidente da Celebração Eucarística









Palium
Cobertura com franja, apoiada em quatro varas, que cobre o ministro que leva o ostensório com a hóstia consagrada



Opa
Veste utilizada pelos ministros extraordinários da Eucaristia




Estola
Veste litúrgica do sacerdote em forma de tira, que é passada ao redor do pescoço e jogada à frente do corpo, acompanhando o comprimento da alva (túnica). Os diáconos a utilizam a tiracolo (transversalmente) sobre o ombro esquerdo, pendendo-a ao lado direito. Significa poder e autoridade para o sacerdote. Existem 4 cores: branca, verde, vermelha e roxa (rosa). Cada cor é utilizada de acordo com o tempo litúrgico; a azul é usada nas festas em honra a Nossa Senhora.




Dalmática
Veste própria do diácono. É colocada sobre a alva (túnica) e a estola










Casula
Veste própria do sacerdote que preside uma celebração. Espécie de manto, que se veste sobre a alva (túnica) e a estola, e deve obedecer a cor litúrgica do dia. É uma veste solene










Cíngulo
Cordão utilizado na cintura, com o qual se prende a túnica (nem sempre é usado)









Capa ou Pluvial
Capa longa que o sacerdote usa ao dar a bênção do Santíssimo ou ao conduzi-lo nas procissões, e ao aspergir a assembléia








Amito
Pano que se coloca ao redor do pescoço antes de se revestir dos outros paramentos (pouco usado)

domingo, 28 de junho de 2009

Parabéns, Tatiane Francisco

TATIANE
O sucesso é daqueles que batalham, e com toda certeza você é uma das merecedoras desse sucesso.
Parabéns pela formatura!
Que a alegria da formatura, fique para sempre em você, para que a felicidade também contagiem aqueles que da sua profissão se beneficiarem.
Nossos parabéns!
Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais, e você prova ser parte desssas pessoas.
Parabéns pela formatura!
A sua conquista vai impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes, sempre apontando para um futuro muito luminoso.
Parabéns e muito sucesso!
Por acreditar que este dia chegaria, você se esforçou e buscou a cada dia o seu sonho.
Merecidamente venceu, e hoje os aplausos são todos para você!
Parabéns, Formanda!
O que você alcançou é uma pequena parte do que ainda pode conquistar com o seu talento.
Parabéns!
O talento, a força de vontade e a persistência trouxeram você até aqui.
Parabéns!
Esperamos que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas.
(autor desconhecido)
Sinceramente é o que desejamos.
Suas amigas catequistas

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Liturgia de Domingo - 28 de junho de 2009

Celebrando hoje a festa de São Pedro e São Paulo,
exaltamos seu exemplo de fidelidade a Jesus Cristo e
seu ardoroso testemunho no projeto libertador de Deus.

Na pessoa de Pedro, destaca-se o Pastor das Comunidades,
aquele que é referência da fé para os irmãos.
Na pessoa de Paulo, aparece mais o líder Missionário,
que forma comunidades e faz expandir a fé em todas as nações.
Pedro recorda mais a instituição... Paulo, o carisma...

As Leituras bíblicas nos falam dos dois Apóstolos:

Na 1ª Leitura, vemos SÃO PEDRO: (At 12,1-11)

Preso pelas autoridades... "para agradar os judeus"...
Guardado como "perigoso" por 16 homens... e libertado por Deus...
- O texto mostra que o testemunho dos discípulos gera oposição e morte.
Mas a oposição não pode calar esse testemunho.
- Mostra uma Comunidade cristã unida e solidária, na Oração.
E Deus escuta a oração da Comunidade...
- Mostra a presença efetiva de Deus na caminhada da Igreja e
o cuidado de Deus para os que lhe dão testemunho.
O nosso Deus não nos abandona...

Na 2ª Leitura vemos SÃO PAULO: (2Tm 4, 6-8.17-18)

Também está preso, pela última vez: Está ciente da própria condenação.
Faz um balanço final de sua vida a serviço do Evangelho:
- "Estou pronto... chegou a minha hora... combati o bom combate ...
terminei a corrida... conservei a fé...
- E agora aguardo o prêmio dos justos...
- O Senhor esteve comigo... a ele GLÓRIA..."
A própria Morte ele a vê como a Libertação definitiva...

* Suas palavras são um "testamento espiritual" sereno e alegre,
consciente do dever cumprido..
Modelo de Missionário ardoroso e entusiasta...

No Evangelho, Pedro faz a Profissão de Fé e recebe o Primado. (Mt 16, 13-19)

O texto tem duas Partes:
- A primeira de caráter cristológico:
centra-se em CRISTO e na definição de sua identidade:
"Tu és o Cristo, o Filho de Deus Vivo".
- Na segunda de caráter eclesiológico:
centra-se na IGREJA que Jesus convoca à volta de Pedro:
"Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja".
A base ("Rocha") firme sobre a qual vai se assentar a Igreja de Jesus
é a fé que Pedro e a Comunidade dos discípulos professaram:
a fé em Jesus como o "Messias, Filho de Deus vivo".

Dessa adesão, nasce a Igreja, a Comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro.
A Pedro e à Comunidade dos discípulos é confiado o poder das chaves,
isto é, a autoridade para interpretar as palavras de Jesus,
às novas necessidades e situações e para acolher ou não
novos membros na dos discípulos do Reino.
Pedro torna-se assim uma figura de referência para os primeiros cristãos e desempenha uma papel de primeiro plano na animação da igreja nascente.

+ PEDRO E PAULO são figuras gigantescas da Igreja primitiva,
que tinha a missão de continuar a OBRA salvadora de Cristo...

Na Igreja, Pedro recebe poderes para desempenhar a sua missão:
Por isso, nem o poder do inferno terá vez contra ela...

E essa promessa de Cristo não é apenas à pessoa de Pedro.
Se a Igreja deve permanecer, mesmo depois da morte de Pedro,
devemos admitir que os poderes concedidos a Pedro,
passem também aos seus legítimos sucessores, que são os PAPAS...

Por isso, nesse dia celebramos também o DIA DO PAPA,
que ainda hoje continua sendo sinal de unidade e de comunhão na fé.

O Papa é o chefe visível da Igreja na terra.
Sua missão é espinhosa, sobretudo hoje, com mudanças rápidas e violentas...
com contestações dentro e fora da Igreja...
Como é difícil saber discernir, no meio de tantas turbulências!...

Ele merece o nosso amor...
mas que não seja um amor só de palavras, mas um amor concreto...
Rezando por ele... escutando a sua voz... e praticando seus ensinamentos...

Relembrando as figuras de São Pedro e São Paulo, perguntemo-nos:
- Damos testemunho de Cristo, como eles, no ambiente em que vivemos?
- Acreditamos que somos responsáveis pela continuação do Projeto de Deus?

Relembrando a figura do Papa,
continuemos a nossa oração, pedindo a Deus que lhe dê:
- MUITA LUZ... para apontar sempre o melhor caminho para a Igreja... e
- MUITA FORÇA... para enfrentar com otimismo e alegria
as contestações do mundo moderno...

Encerramos hoje o ANO PAULINO.
Graças ao entusiasmo desse Apóstolo, a Igreja avançou no espaço e no tempo.
Sejamos continuadores dessa maravilhosa obra inaugurada por Cristo.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 28.06.2009
do site: http://www.buscandonovasaguas.com/

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas

As pérolas são uma ferida curada.
Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.
Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada:
a.. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
b.. Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
c.. Suas idéias já foram rejeitadas?
Então produza uma pérola...
Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor.
Lembre-se apenas de que uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas - pois uma pérola é uma ferida cicatrizada.
Por isso não reclame das suas feridas, lembre-se você é uma pérola preciosa em Cristo Jesus.

recebido por email

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Natividade de São João Batista - 24/06

A Bíblia nos diz que Isabel era prima e muito amiga de Maria, e elas tinham o costume de visitarem-se. Uma dessas ocasiões foi quando já estava grávida: "Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo" (Lc 1,41). Ainda no ventre da mãe, João faz uma reverência e reconhece a presença do Cristo Jesus. Na despedida, as primas combinam que o nascimento de João seria sinalizado com uma fogueira, para que Maria pudesse ir ajudar a prima depois do parto.
Assim os evangelistas apresentam com todo rigor a figura de João como precursor do Messias, cujo dia do nascimento é também chamado de "Aurora da Salvação". É o único santo, além de Nossa Senhora, em que se festeja o nascimento, porque a Igreja vê nele a preanunciação do Natal de Cristo.
Ele era um filho muito desejado por seus pais, Isabel e Zacarias, ela estéril e ele mudo, ambos de estirpe sacerdotal e já com idade bem avançada. Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa "Deus é propício". Assim foi avisado Zacarias pelo anjo Gabriel.
Conforme a indicação de Lucas, Isabel estava no sexto mês de gestação de João, que foi fixado pela Igreja três meses após a Anunciação de Maria e seis meses antes do Natal de Jesus. O sobrinho da Virgem Maria foi o último profeta e o primeiro apóstolo. "É mais que profeta, disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti". Ou seja, o primo João inicia sua missão alguns anos antes de Jesus iniciar a sua própria missão terrestre.
Lucas também fala a respeito da infância de João: o menino foi crescendo e fortificando-se em espírito e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.
Com palavras firmes, pregava a conversão e a necessidade do batismo de penitência. Anunciava a vinda do messias prometido e esperado, enquanto de si mesmo deu este testemunho: "Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitarei o caminho do Senhor..." Aos que o confundiam com Jesus, afirmava com humildade: "Eu não sou o Cristo". e "Não sou digno de desatar a correia de sua sandália". Sua originalidade era o convite a receber a ablução com água no rio Jordão, prática chamada batismo. Por isso o seu apelido de Batista.
João Batista teve a grande missão de batizar o próprio Cristo. Ele apresentou oficialmente Cristo ao povo como Messias com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo... Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo".
Jesus, falando de João Batista, tece-lhe o maior elogio registrado na Bíblia: "Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior do que João Batista. Contudo o menor no Reino de Deus é maior do que ele".
Ele morreu degolado no governo do rei Herodes Antipas, por defender a moralidade e os bons costumes. O seu martírio é celebrado em 29 de agosto, com outra veneração litúrgica.
São João Batista é um dos santos mais populares em todo o mundo cristão. A sua festa é muito alegre e até folclórica. Com muita música e danças, o ponto central é a fogueira, lembrando aquela primeira feita por seus pais para comunicar o seu nascimento: anel de ligação entre a antiga e a nova aliança.
Do site: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=24&Mes=6

domingo, 21 de junho de 2009

Origem das fogueiras de São João

De origem européia, as fogueiras joaninas fazem parte da antiga tradição pagã, de celebrar o solstício de Verão (momento em que o sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador e que ocorrem duas vezes no ano –dezembro e junho).
A fogueira do dia de 24 de Junho, tornou-se pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João, o santo celebrado nesse mesmo dia.
Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias.
Uma lenda católica, cristianizando a fogueira pagã estival, afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha as suas raízes num acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Esta teria de fazer uma fogueira no alto do monte, para avisar do nascimento de seu filho João Batista; assim Maria iria em seu auxílio.

Do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_junina

sábado, 20 de junho de 2009

Liturgia do 12º Domingo Comum 21/06/09

A Tempestade

Olhando o mundo em que vivemos, muitas vezes
temos a sensação de estar num mar agitado e perturbado.
Onde está Deus nos momentos de sofrimento e dificuldade?

As Leituras bíblicas de hoje nos dizem
que o homem não está sozinho, abandonado à própria sorte;
Deus está sempre presente e atento na "barca" de nossa vida,
mesmo quando parece estar "dormindo".
Basta acreditar nessa presença constante e atuante.

Na 1a Leitura, temos a experiência de Jó. (Jó 38, 1.8-11)

- Jó foi um homem bom e justo, que de repente foi atingido pela desgraça,
que lhe rouba a riqueza, a família e a própria saúde.
Jó questiona o sofrimento do justo inocente e o papel de Deus nele.
- O texto é uma Resposta de Deus ao desespero de Jó:
Destaca a soberania de Deus sobre as forças que geram o mal,
simbolizados pelo mar.

* Jó entendeu que Deus está presente na história humana e nos conduz,
apesar das armadilhas da história, ao encontro da nossa realização.
Resta entregar-se em suas mãos com humildade e confiar nele.
Essa leitura nos prepara para entender o evangelho de hoje,
em que Jesus "domina até as ondas do mar e elas lhe obedecem..."

Na 2ª Leitura São Paulo afirma que o nosso Deus não é um Deus indiferente, que deixa os homens abandonados à sua sorte.
Seu amor sustenta a vida e a missão dos cristãos... (2 Cor 5,14-17)

No Evangelho, temos a experiência dos Apóstolos:
Jesus está na barca dos discípulos e acalma a TEMPESTADE. (Mc 4, 35-41)

- É noite… Jesus está cansado… dorme… Surge a tempestade…
- Os Apóstolos apavorados… o acordam…
- Jesus está presente no barco dos discípulos, acalma a tempestade
e os questiona: "Por que estais com medo, homens de pouca fé?"
- E eles: "Quem é esse homem a quem até o vento e o mar obedecem?"

* Detalhes a aprofundar:
- "Mar" e "noite" significam uma realidade de medo, sem perspectivas...
- O "barco" é o símbolo da comunidade de Jesus que navega pela história...
- Jesus está no "barco", mas é conduzido pelos discípulos...
- Para a "outra margem", ao encontro dos pagãos...
- Jesus "dorme": é a sua aparente ausência ao longo da "viagem".
- A "tempestade" significa as dificuldades que o mundo opõe à missão...
- Jesus aparece como o Deus que é capaz de dominar o mar e as forças hostis.
- "Quem é esse homem?"
Os discípulos reconhecem que Jesus é o Deus presente no meio dos homens,
e a quem são convidados a aderir, confiar e obedecer com total entrega.

+ O texto não é uma crônica de viagem de Jesus com os discípulos no lago.
É uma Catequese sobre a caminhada dos discípulos em missão no mundo,
escrita numa época em que a Igreja enfrentava sérias "tempestades"...
Para enfrentá-las, os discípulos não devem temer, porque não estão sozinhos...
A Palavra de Jesus acalma a tempestade, fortalece a fé dos discípulos e
assegura a vitória sobre todas as forças hostis.

+ Nós também às vezes no mar agitado da vida
nos sentimos sós e incapazes de reagir.

- Na Barca de nossa vida: desanimados… preocupados…
"Deus se esqueceu de mim!" Esquecemos que Cristo está conosco…
- Na Barca de nossa família: com ondas agitadas de problemas familiares:
O Cristo está presente nela? Ele tem um lugar nela?
- Na Barca da Igreja: preocupados com as seitas... os escândalos...
Cristo nos garante: "Estarei convosco até o fim dos tempos…"
"As portas do inferno não terão vez contra ela"
- No Barco dos migrantes e refugiados, que partem esperançosos e
percebem que "o Mundo não é a Pátria de todos".
E são recebidos com indiferença, ou até com violência,
porque NÃO EXISTE JUSTIÇA PARA TODOS.

Nessas horas, nossa fé fica transtornada e murmuramos como Jó….
Ou trememos como os discípulos no lago...
"Onde está Deus?" Parece que está dormindo... Deve ser acordado...

O silêncio de Deus nos desconcerta e nos incute medo... Deus deixa
as coisas aconteceram e no momento oportuno manifesta o seu poder.

+ Jesus censura a falta de fé dos apóstolos:
"Por que duvidastes, homens de pouca fé?"
Eles só se lembram dele quando se encontram numa situação desesperadora.
* Quantos cristãos que só pensam em Deus, na hora de "tempestade"...

+ No final da narrativa, os discípulos se perguntam:
"Quem é este homem, a quem até o vento e mar obedecem?"

Na Bíblia, aparece que só Deus tem o poder de dominar as ondas do mar.
Essa narrativa de Marcos, que no evangelho deseja mostrar "quem é Jesus", revela que em Jesus reside a mesma força de Deus. É uma Resposta à pergunta: "Quem é Jesus" e uma Profissão de fé de Marcos na divindade de Cristo.
Ele se manifesta com poder divino. Podemos confiar Nele!...
- Renovemos também nossa fé em Jesus e dele receberemos novo vigor
para enfrentar as tempestades da vida.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 21.06.2009
Do site:www.buscandonovasaguas.com

Teatrinho Junino

CATEQUESE – NegritoFesta Junina (diálogo com Fantoches)

Guida entra cantando:
Guida – Todo tempo que eu tiver pra mim é pouco, pra dançar com meu benzinho nessa sala de rebouco. Todo tempo....
Neco – Guida, deixa de barulho, que alegria é esta?
Guida – Estou feliz. Estou felicííííííííssima!!!
Neco – Por que tanta felicicidade?
Guida – Chegou junho, mês cheio de festas pra gente ir.....
Neco – E é? Tô por fora.
Guida – É bobo. Começou ontem, dia de quem, pessoal??? (Deixa falar) Santo Antônio. Muito bem!
Neco – Santo Antônio, o santo casamenteiro, não sei porque é chamado assim. Por que, hein???
Guida – Dizem que é porque ajudava as moças pobres a casar, não sei se é verdade. Só sei que seu nome era Fernando e mudou para Antônio quando virou frade.
Neco – Ah, sim! E os outros santos de junho?
Guida – São JoNegritoão, primo de Jesus, Iguinaro, tu também não sabe pissirica nenhuma.
Neco – São João?? E é primo de Jesus??
Guida – É abestado. São João é filho de Isabel e Zacarias. Batizou Jesus e preparou o povo para a chegada Dele.
Neco – De São João eu só sabia aquela musiquinha: “Eu pedi em oração, ao querido São João, que me desse o matrimônio.... São João disse que não, São João disse que não, isso é lá com Santo Antônio.”
Guida – Ai ai, tu canta até bonitinho. Mas é isso aí, Santo Antônio dia 13 de junho e São João dia 24. Você sabe? Tem mais dois!!!
Neco – Tá danNegritoado. Mais dois?? Quem??
Guida – São Pedro e São Paulo. Dia 29 de junho.
Neco – É mermo. São Pedro e São Paulo. Não sei nadica de nada da vida deles.
Guida – Pedro era pescador. Chamava-se Simão. Jesus mudou seu nome para Pedro. Foi seu seguidor e o primeiro Papa.
Neco – E esse tal de Paulo?
Guida – Seu nome era Saulo. Perseguiu Jesus e os cristãos. Depois converteu-se.
Neco – Conver... o quê??
Guida – Converteu-se, mudou de vida, de ruim e perseguidor de Jesus, passou a ser bom e amigo fiel.
Neco – E foi?
Guida – Foi. Como já disse seu nome era Saulo e era soldado romano.
Neco – E aí?
Guida – Certo dia, ele estava indo prender os cristãos e um clarão imenso o cobriu.
Neco – E daí, muié??
Guida – Ele caiu do cavalo e Jesus falou: Saulo, Saulo, porque me persegues?
Neco – Nossa, que medo, e aí?
Guida – Saulo perguntou: Quem é você? Sou eu Saulo, Jesus.
Neco – Eita, danou-se e daí?
Guida – Jesus disse que queria que ele fosse um seguidor, um amigo Dele.
Neco – Poxa, ele aceitou?
Guida – Saulo, rendeu-se com tanto amor e carinho que passou para o lado de Jesus.
Neco – Que bacana! Que história linda!
Guida – São Pedro e São Paulo são festejados no dia 29 de junho.
Neco – Muito bem, realmente junho tem muitos santos:
Santo Antônio;
São João;
São Pedro e São Paulo. Então...... Vamos festejar......
Guida – Vamos. Vamos lá. “Capelinha de melão é de São João....”
Neco e Guida – “... É de cravo, é de rosa, é de manjericão. São João está dormindo, não acorda não. Acordai, acordai, acordai, João!!
Guida – Vamos pessoal, a festa é de vocês!!
Fim
(peça escrita pela catequista Vânia Cavalcanti)

São João da Catequese Casa Forte










A nossa festa aconteceu no sábado dia 13/06/09. Foi muito divertida e animada. O padre Edwaldo esteve presente, prestigiando-nos.
Tudo começou na quadra Dom Hélder Câmara, com um teatro de bonecos; Guida e Neco, interpretados pelas catequistas Zélia Vasconcelos e Milena Coelho, contaram a história dos santos juninos, Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo. Os catequizandos ficaram bem quietinhos prestando bastante atenção.
Depois saímos em procissão até o Salão Paroquial, que estava todo enfeitado com bandeirinhas e balões. Duas meninas (devidamente caracterizadas) iam na frente levando o estandarte com as imagens de Santo Antonio e São João. As imagens de São Pedro e São Paulo já estavam no Salão, colocados num painel.
Chegando lá começamos as brincadeiras: desfile das damas, dos cavaleiros, concurso de forró, as catequistas dançaram a música Pisa o Milho, Peneira o Xerém; quadrilha improvisada, que teve até mesmo a participação de alguns pais.
Todos se divertiram bastante e ganharam brindes nas barracas: pescaria, rabo do burro, boca do cangaceiro, derrubar latas e argolas.
As comidas típicas foram muito apreciadas: bolos, paçocas, milhos cozido, pipocas, cachorros quente.
Tudo gratuitamente.
Muito interessante foi no final, quando os pais e catequizandos já tinham ido embora. Os catequistas solteiros se ajoelharam aos pés de Santo Antonio para suplicarem a sua intercessão junto a Jesus para arrumar um namoro que dê certo.
Boas férias para todos.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Ladainha do Sagrado Coração de Jesus

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
R/.Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.R/.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus, Pai dos Céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo,
Deus Espírito Santo,Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno,
Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe,
Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus,
Coração de Jesus, de majestade infinita,
Coração de Jesus, templo santo de Deus,
Coração de Jesus, tabernáculo do Altíssimo,
Coração de Jesus, casa de Deus e porta do Céu,
Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade,
Coração de Jesus, receptáculo de justiça e de amor,
Coração de Jesus, cheio de bondade e de amor,
Coração de Jesus, abismo de todas as virtudes,
Coração de Jesus, digníssimo de todo o louvor,
Coração de Jesus, Rei e centro de todos os corações,
Coração de Jesus, no qual estão todos os tesouros da sabedoria e ciência,
Coração de Jesus, no qual habita toda a plenitude da divindade,
Coração de Jesus, no qual o Pai põe as suas complacências,
Coração de Jesus, de cuja plenitude nós todos participamos,
Coração de Jesus, desejo das colinas eternas,
Coração de Jesus, paciente e misericordioso,
Coração de Jesus, rico para todos os que Vos invocam,
Coração de Jesus, fonte de vida e santidade,
Coração de Jesus, propiciação pelos nossos pecados,
Coração de Jesus, saturado de opróbrios,
Coração de Jesus, atribulado por causa de nossos crimes,
Coração de Jesus, feito obediente até a morte,
Coração de Jesus, atravessado pela lança,
Coração de Jesus, fonte de toda a consolação,
Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição,
Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação,
Coração de Jesus, vítima dos pecadores,
Coração de Jesus, salvação dos que esperam em Vós,
Coração de Jesus, esperança dos que expiram em Vós,
Coração de Jesus, delícia de todos os santos,

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
R/. perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
R/. atendei-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
R/. tende piedade de nós.
V/. Jesus, manso e humilde de Coração,
R/. Fazei nosso coração semelhante ao vosso.

Oremos. Deus onipotente e eterno, olhai para o Coração de vosso Filho diletíssimo e para os louvores e as satisfações que Ele, em nome dos pecadores, Vos tributa; e aos que imploram a vossa misericórdia concedei benigno o perdão, em nome do vosso mesmo Filho Jesus Cristo, que convosco vive e reina por todos os sé­culos dos séculos. Amém.

Ano Sacerdotal no mundo e no Brasil


A partir do próximo dia 19 até junho de 2010, a Igreja no mundo celebra o Ano Sacerdotal convocado pelo papa Bento XVI.
Com o tema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade do sacerdote”, a convocação acontece por ocasião do 150º aniversário da morte do padre francês, São João Maria Vianney, hoje padroeiro dos párocos, e a partir do dia 19, proclamado pelo papa, padroeiro dos sacerdotes de todo o mundo.

Abertura com celebração
Para a abertura, no dia 19, está prevista uma celebração, em Roma, presidida pelo papa Bento XVI. Neste dia a Igreja comemora a solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Dia de Santificação Sacerdotal.

Publicação prevista
Ainda no Ano jubilar, será publicado um Diretório para os Confessores e Diretores Espirituais, assim como uma compilação de textos do papa sobre os temas essenciais da vida e da missão sacerdotais na época atual.

Objetivo do Ano Sacerdotal
Segundo Bento XVI, o objetivo deste ano é, “ajudar a perceber cada vez mais a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja e na sociedade contemporânea”.

Encontro e Palestra no Pio Brasileiro
Como parte das celebrações do Ano Sacerdotal, cerca de 100 sacerdotes, religiosos e religiosas participaram, no dia 6 de maio, no Colégio Pio Brasileiro, em Roma, de uma conferência realizada pelo cardeal prefeito da Congregação para o Clero, dom Cláudio Hummes. O tema do encontro foi “A situação dos Presbíteros no mundo e o Ano Sacerdotal”.

No Brasil
A Igreja no Brasil vai celebrar o Ano Sacerdotal de várias formas, com destaque para a série de publicações biográficas de padres que serviram à Igreja: José Antônio Maria Ibiapina, Josimo Tavares, Alberto Antoniazzi, Cícero Romão Batista, Emanuel Gomes González, entre outros.

Oportunidade do Ano Sacerdotal
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB, dom Esmeraldo Barreto de Farias, afirmou que o Ano Sacerdotal é uma maneira de motivar o estilo de vida do presbítero. “É uma ótima oportunidade para que cada diocese possa contribuir para o aprofundamento e a renovação das motivações na vida de cada presbítero a fim de que possa, com alegria, continuar respondendo, a cada dia, ao chamado de Deus para o seguimento a Jesus Cristo, o bom Pastor, servo missionário, como ministro ordenado em meio à realidade de hoje”.

Padre Reginaldo de Lima, assessor da Comissão, acredita que o Ano Sacerdotal vai proporcionar aos presbíteros a intensificação de sua espiritualidade e ao mesmo tempo recuperar a imagem de figuras emblemáticas do presbitério brasileiro. “Vamos trabalhar para que as biografias de vários padres brasileiros sejam recuperadas. Além disso, o Ano Sacerdotal vai dar ênfase à espiritualidade dos padres.

O Cura D'Ars
São João Maria Batista Vianney nasceu em Lion, Dardilly, na França, em 8 de maio de 1786. Foi ordenado sacerdote depois de vencer muitas dificuldades, inclusive nos estudos. Considerado o padroeiro dos párocos, o padre ficou mundialmente conhecido por Cura de Ars, por ter dedicado toda sua vida à pequena cidade de Ars, na França. Ali, ele foi um admirável exemplo de vida cristã, exercitou uma eficaz pregação voltada para a mortificação, a oração e a caridade. Maria Vianney faleceu em Ars, com odor de santidade, em 1859, e foi canonizado pelo papa Pio XI em 1º de novembro de 1924. Sua festa litúrgica é comemorada em 4 de agosto, tradicionalmente conhecida pela Igreja como Dia do Padre.


do blog: irpatricia.blogspot.com

Promessas do Sagrado Coração de Jesus

PROMESSAS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS A SANTA MARGARIDA MARIA ALACOQUE
1 - Eu lhes darei todas as graças necessárias para seu estado.
2 - Eu darei paz às sua famílias.
3 - Eu as consolarei em todas as suas aflições.
4 - Eu lhes serei um refúgio seguro durante a vida, e sobretudo na hora da morte.
5 - Eu lançarei abundantes bênçãos sobre todas as sua empresas.
6 - Os pecadores acharão, em meu coração, a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
7 - As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
8 - As almas fervorosas se elevarão a uma grande perfeição.
9 - Eu mesmo abençoarei as casas onde se achar exposta e honrada a imagem do meu coração.
10 - Eu darei aos sacerdotes o poder de tocar os corações mais endurecidos.
11 - As pessoas que propagarem esta devoção terão para sempre seu nome inscrito no meu coração.
12 - Darei a graça da penitência final e dos últimos sacramentos, aos que comungarem na primeira sexta-feira de nove meses seguidos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A palavra do pastor

Este mês é consagrado, tradicionalmente, ao Sagrado Coração de Jesus, que é o Titular da nossa Paróquia.
Bastaria isto para torná-lo muito expressivo para nós de Casa Forte.
Acontece, que além da Festa Litúrgica de Corpus Christi, celebramos as festas populares dedicadas a Santo Antônio, S.João Batista e S.Pedro e S.Paulo.
É um mês alegre e traz consigo a oportunidade de muita confraternização.
Que bom seria se estas comemorações despertassem em nós um maior senso de nossa fraternidade, nos levando a construir uma civilização mais solidária.
O chamado “mundo moderno” está sendo um mundo desumano no qual a violência, assumindo diversas formas no agir do homem e da mulher , está tornando a vida humana insuportável!
O que fazer? Entre os dons do Espírito Santo está o do “TEMOR DE DEUS”, que não é medo de Deus, mas o respeito a Ele, Senhor de tudo e de todos.
Peçamos todos ao Senhor que Mês de Junhonos dê em profusão este dom, e nos ajude a transformar a face da terra!
Apesar de a Solenidade Litúrgica do SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, neste ano, ser celebrada na próxima sexta-feira, dia 19 de junho, a nossa Paróquia vai celebrar com maior ênfase na última sexta-feira do mês, que ocorrerá no dia 26.
Naquele dia, vamos fazer Celebrações Penitenciais seguidas da Santa Missa, tanto às 16horas, como às 20h30. Sintam-se convidados, pois o Seu Vigário espera que estas celebrações tragam para todos um maior afervoramento espiritual.
Peço ao SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS que esteja presente às nossas celebrações populares em honra de nossos Santos de Junho e nos ajude a caminhar pelos seus caminhos!

Do padre Edwaldo Gomes no jornal Folha Forte

Oração ao Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus Coração de Jesus,
fonte ardente de amor, eu creio em vós, no vosso imenso amor.
Eu vos louvo, hoje, pela vossa obra redentora que me concedeu a graça de ser filho (a) de Deus.
Dai-me a ser fiel ao vosso chamado.
Que o Espírito Santo me ilumine e fortaleça.
Abri meu coração para a vossa Palavra e para acolher vossa graça divina.
Confirmai-me na fé que recebi.
Hoje, quero me consagrar a Vós, ó Coração de Jesus, certo de que vosso amor tudo pode, tudo consegue e tudo santifica, eu vos apresento minhas súplicas....
mas acima de tudo, Senhor, eu Vos peço: Vós que sois manso e humilde de coração, fazei meu coração semelhante ao vosso.
Obrigado Sagrado Coração de Jesus!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sagrado Coração de Jesus


Sagrado Coração de Jesus é uma devoção praticada pela Igreja Católica que se comemora todas as primeiras Sextas-feiras de cada mês. Consiste na veneração do Coração de Jesus.
A origem desta devoção deve-se a Santa Margarida Maria Alacoque, uma religiosa de uma Congregação conhecida como Ordem da Visitação. A Santa Margarida Maria teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar no mundo esta piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: A primeira, deu-se a 27 de Dezembro de 1673, a segunda em 1674 e, a terceira, em 1675.
Jesus deixou doze grandes promessas às pessoas que, aproveitando-se da Sua divina misericórdia, participassem das comunhões reparadoras das primeiras sextas-feiras. Disse Ele, numa dessas ocasiões a Santa Margarida: "Prometo-te, pela Minha excessiva misericórdia e pelo amor todo-poderoso do meu Coração, conceder a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final; não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os sacramentos, e Meu Divino Coração lhes será seguro refúgio nessa última hora".
Wikipédia

1ª Eucaristia Capela Nossa Senhora da Rosa Mística

A Eucaristia é uma comum-união de amor entre os cristãos que reunidos em nome de Cristo, partilham o pão da vida.

No dia 16 de maio de 2009, numa bonita e piedosa celebração presidida pelo pároco Adriano Chagas, aconteceu a 1ª Eucaristia da Capela Nossa Senhora da Rosa Mística, que faz parte da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, no bairro da Boa Viagem , em Recife-PE.


A catequese conta com apenas três catequistas, Nilcemary, Elisângela e Wilma.


As turmas têm em média 18 a 20 crianças e os encontros acontecem toda segunda-feira, das 19:00 às 20:30h, na Capela.

domingo, 14 de junho de 2009

O Ano Litúrgico


O ano civil tem 365 dias. Começa no dia 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro. O Ano Litúrgico é diferente. Ele começa no primeiro domingo do Advento (quatro domingos antes do Natal) e termina com a festa de Cristo Rei, último domingo antes do Advento.
Isso acontece porque a liturgia é marcada pelo Domingo, dia da semana em que Cristo ressuscitou. Por esse motivo, o domingo é tido com o principal dia de festa, e de todos eles o mais importante é o de Páscoa, ressurreição do Senhor. O calendário civil é marcado pelo movimento da Terra. O calendário litúrgico é marcado pela história da salvação.
Contudo, o calendário litúrgico se serve dos meses do calendário civil para associar determinados dias do mês a algumas solenidades e festas do Senhor, outras solenidades, festas e memórias da Mãe de Deus e dos Santos.
Durante o ano litúrgico, a Igreja tem leituras bíblicas apropriadas para cada celebração, só dos santos chegam a 161 comemorações, destas apenas 10 têm leituras próprias. São 15 solenidades e 25 festas com leituras obrigatórias, 64 comemorações necessárias e 94 comemorações facultativas com leituras opcionais. O calendário apresenta também 44 leituras referentes à ressurreição de Jesus Cristo, além de diversas leituras para os Santos, Doutores da Igreja, Mártires, Virgens, Pastores e Nossa Senhora.
O ano litúrgico é dividido em tempos, conforme o tema que é celebrado, mesmo que o fato principal da celebração seja sempre o mistério de Cristo.
Os cinco tempos litúrgicos são:
1) Advento;
2) Natal;
2) Quaresma;
4) Páscoa;
5) Comum;
Conforme o tempo, os paramentos do sacerdote têm uma cor que simboliza o sentido de cada aspecto celebrado.
Advento: É o tempo do ano litúrgico que vem antes do Natal. Significa “chegada” ou “está chegando”. É uma preparação para a festa do Natal. Começa quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. A cor dos paramentos do sacerdote ou do diácono no tempo do Advento é roxa, porque é um tempo de preparação em que os fiéis se propõem a mudar de vida, para acolher Jesus que nasce. Uma exceção é a cor usada no terceiro domingo, chamado Gaudete: nesse dia a cor é rosa.
Natal
: Festa do nascimento de Jesus, celebrada no dia 25 de dezembro. O tempo do Natal vai do dia 25 de dezembro até duas semanas depois, com a festa de Maria, Mãe de Deus, no dia primeiro do ano, e a Epifania do Senhor, chamada de dia de Reis, no domingo mais próximo ao dia 06 de janeiro. A cor dos paramentos é o branco,símbolo da alegria.
Quaresma: Tempo que dura quarenta dias e vai desde a quarta-feira de cinzas até o sábado na véspera do Domingo de Ramos. A cor dos paramentos é roxa, sinal de penitência e humildade. A penitência da Quaresma deve ajudar a conversão, que se faz pela prática da oração, jejum e esmola. No quarto domingo da Quaresma os paramentos podem ser de cor rosa, antecipando a alegria da ressurreição. Durante a Quaresma não se reza ou canta o Glória nem o Aleluia.
Páscoa: Festa da ressurreição de Cristo. É a Eucaristia mais solene do ano litúrgico, sinal de vida nova, depois da conversão acontecida na Quaresma. É o tempo litúrgico que começa com a vigília Pascal e se estende até o domingo de Pentecostes. Durante o tempo litúrgico da Páscoa, os paramentos devem ser da cor branca e o círio pascal deve ser mantido junto ao altar.
Tempo Comum: É o tempo mais longo do ano litúrgico. São 33 ou 34 semanas em que não se celebra nenhum aspecto especial do mistério de Cristo, como no Natal ou na Páscoa. O Tempo Comum distribui-se por dois momentos distintos do ano: o que fica entre a Epifania e a Quaresma e o que percorre o longo período de Pentecostes ao Advento. Durante o Tempo Comum a cor litúrgica é o verde.
Do site: http://paulinos.org.br/novo/blog/?p=70

Como Temperar o Aço

Fernando teve uma juventude cheia de excessos, decidiu entregar sua alma a Deus.
Durante muitos anos, trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas apesar de toda a sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida.
Muito pelo contrário; seus problemas e dívidas se acumulavam cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitava - e que se compadecia de sua situação difícil - comentou:
- É realmente muito estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.
Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas, apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
Fernando não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.
Mas o ferreiro disse: - Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espada.
Você sabe como é feito? Primeiro, eu aqueço a chapa de aço num calor superior a 50°, até que ela fique vermelha.
Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico vários golpes até que a peça adquira a forma desejada.
Logo ela é mergulhada num balde de água fria, e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente". Fernando deu uma longa pausa e continuou:
- Às vezes, o aço chega até minhas mãos e não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria termina por enchê-lo de rachaduras.
E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Então Fernando concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.
Mas a única coisa que peço é que Deus, não desista até que eu consiga me tornar o que o Senhor espera de mim.
E nós será que estamos sendo como o aço, sendo temperados, para nos tornarmos melhores e úteis???

sábado, 13 de junho de 2009

Utilidade Pública

'Uma senhora mudou seu hábito de como ela lista seus nomes em seu telefone celular depois que sua bolsa foi roubada.
Sua bolsa que tinha seu celular, cartão de crédito, talão de cheque...Etc.... foi roubada.
20 minutos mais tarde quando ela ligou para seu marido, usando um telefone público e contando o que aconteceu, o marido disse:
- Eu acabei de receber sua mensagem de texto que perguntava qual era a senha da nossa conta e eu respondi, enviando o número há poucos instantes'.
Quando eles correram até o banco, foram informados que todo seu dinheiro havia sido retirado. O ladrão realmente usou o celular para enviar uma mensagem de texto para o 'marido' na lista de Contato dela, e conseguiu pegar o número de senha do banco.
Dentro de 20 minutos ele retirou todo o dinheiro da conta bancária.
Lição: Não revele a relação entre você e as pessoas em sua lista de contatos.
É muito importante, quando informações sensíveis estiverem sendo pedidas através de textos, CONFIRME chamando de volta.
Também, quando você estiver recebendo textos de amigos ou família para encontrá-los em algum lugar, não deixe de chamar de volta e confirmar que a mensagem veio deles mesmo.
Se você não conseguir falar com eles, tenha muito cuidado ao ir a lugares encontrar 'familiares e amigos ' que enviem textos à você .'

Mensagem recebida por email.

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

DÉCIMO TERCEIRO DIA
Santo Antonio e a eternidade


SINAL DA CRUZ


PALAVRA DE DEUS: "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus; crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito; pois eu vou preparar-vos um lugar" (Jo 14, 1-2).


PALAVRA DO SANTO: "Então teus olhos serão realmente saciados, porque verás aquele que tudo vê... Então tua alma será realmente uma rainha, ela que agora é uma escrava aqui no exílio; teu corpo ficará repleto de felicidade e tua alma será glorificada. Teu coração dilatar-se-á numa alegria indescritível".


ORAÇÃO: Senhor, Deus da vida, vós nos criastes para vós, e o nosso coração estará inquieto até que em vós não repouse. Concedei-nos a graça de caminhar decididos rumo à Pátria celeste para a qual nos dirigimos, sem esquecer o bem que nos cabe realizar nesta vida para obtermos a vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Amém!


PAI-NOSSO...AVE-MARIA...GLÓRIA AO PAI...


Autor: Frei Luís S. Turra, capuchinho (extraído do livro "Santo Antônio de Pádua, homem do Evangelho, confidente do povo)
Do site: WWW.franciscanos.org.br

sexta-feira, 12 de junho de 2009

FELIZ DIA DOS NAMORADOS


TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

DÉCIMO SEGUNDO DIA
Santo Antônio e a missão

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "Vos sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo... Que a vossa luz brilhe diante dos homens para que eles vejam as boas obras e louvem o Pai que está no céu" (Mt 5, 13-16).

PALAVRA DO SANTO: "O fiel Cristão, iluminado pelo resplendor de Cristo, deve emitir centelhas de palavras e exemplos para, com eles, inflamar o próximo".

ORAÇÃO: Senhor, vós nos criastes sem nós, mas sem Vós não nos salvareis. Como aconteceu com Santo António, fazei que entendamos a nossa missão neste mundo, junto a nossa família e a nossa comunidade. Que ninguém de nós passe por este mundo na indiferença e na omissão. Com vossa ajuda e a proteção de Santo António possamos produzir frutos de justiça e de paz, de fraternidade e amor, em Cristo, na unidade do Espírito Santo.
Amém!

PAI-NOSSO...AVE-MARIA... GLÓRIA AO PAI....

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Quadrilha Junina

Entenda a história e os comandos da quadrilha

"Olha a cobra! É mentira! Balancê!".
A quadrilha é uma das coisas mais tradicionais das festas juninas. Tradicional mesmo: a dança foi inventada por volta dos séculos 13 e 14, na Inglaterra.
Entre os ingleses, a quadrilha era um costume popular. No entanto, a França importou a dança e transformou-a numa coisa nobre, praticada apenas dentro dos muros dos palácios. Logo, ela tornou-se um costume de toda a nobreza européia.
E foram os nobres portugueses que trouxeram a quadrilha para o Brasil.
Aqui, ela acabou voltando às suas origens populares.
Hoje em dia, cada região possui seu próprio tipo de quadrilha. Em Minas e em São Paulo, dança-se a quadrilha caipira. Na região central do país, o comum é o saruê. No Nordeste, o forró e o baião dominam a cena.
Hoje em dia, a quadrilha mais comum é aquela que encena um casamento na roça, com noivos, padres e convidados. Ela é dançada em pares. Um marcador orienta os casais, dando os comandos.
Veja o que cada um deles significa:
Balancê - significa balançar o corpo no ritmo da música, sem sair do lugar.
Anavantur - quer dizer ir em frente; caminhar agitando os braços para cima.
Returnê - é o comando para retornar aos lugares, depois de um determinado passo.
Tur - é uma volta que o casal dá junto, pela direita.
Cumprimento às damas - dançando, os cavalheiros vão até as damas e fazem uma reverência.
Cumprimento aos cavalheiros - as damas vão até os cavalheiros e os cumprimentam, abaixando-se e segurando os vestidos pelas pontas.
Damas e cavalheiros, atenção para a troca - este comando significa que as damas devem ir para o centro e os cavalheiros, para o lado de fora do círculo (ou vice-versa).
Passeio na roça - é o ato de ficar passeando em círculos.
Trocar de dama - os cavalheiros dão um passo à frente, pegando a dama seguinte. Repete-se o passo até que se volte ao par inicial.
Trocar de cavalheiro - é como trocar de dama, só que quem anda são as meninas, não os meninos.
Túnel - os pares formam uma fila. Damas e cavalheiros ficam de frente um para o outro, segurando as mãos, no alto, formando um túnel. O último casal da fila passa por dentro do túnel. Um a um, todos os pares devem fazer o mesmo.
Caminho da roça - damas e cavalheiros formam uma fila indiana, e caminham, dançando.
Olha a cobra - todo mundo deve pular, para evitar o perigo da cobra. No pulo, os pares giram no ar, e voltam a caminhar no sentido contrário ao que estavam indo. Quem comanda costuma dizer "é mentira!", e então todos dão outro pulo, girando, e voltam a caminhar no sentido inicial.
Olha a chuva - damas e cavalheiros devem colocar as mãos sobre a cabeça, para se proteger da chuva. Quando o marcador diz "é mentira", eles podem abaixar as mãos.
Caracol - todos formam uma fila indiana e começam a enrolar a fileira, no sentido do centro da roda, como um caracol. Quando o marcador diz "desviar", o caracol começa a rodar ao contrário, para se desfazer.
Grande roda - é quando damas e cavalheiros formam uma grande roda, de mãos dadas. Ao comando, as damas podem ter que ir ao centro, depois os cavalheiros, e assim por diante.
Coroar damas - os cavalheiros erguem os braços sobre as cabeças das damas.
Coroar cavalheiros - as damas erguem os braços sobre as cabeças dos cavalheiros.
Despedida - os pares saem da pista de dança, acenando para o público, às vezes, em passo de galope.

Corpo de Cristo


O passarinho e a oração

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?
Como é que ele consegue isso?
Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.
O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.
Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.
Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.
O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.
É uma maravilha, não é ?
Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho.
Mas, não é tão diferente em nós.
Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, em oração.
Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que fazem você perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho.
Jesus quer fortalecer você e caminhar com você por toda sua vida!
É Ele quem renova suas forças e sua fé.
E se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você, Seu filho amado.
Dobre os joelhos e ore, Deus escuta o silêncio do seu coração e o seu clamor.

Passos da mãe
Era um daqueles dias de muito serviço em casa.
E com 6 crianças e um à caminho, ficava ainda mais agitado.
Neste dia em particular, eu estava com mais dificuldades para fazer as tarefas de rotina, por causa de um pequeno menino.
Igor, que tinha cinco anos naquela época, estava em meus calcanhares, não importava onde eu ia.
Sempre que eu parava para fazer alguma coisa e virava para voltar, eu tropeçava nele.
Diversas vezes, eu pacientemente sugeri atividades divertidas para mantê-lo ocupado e afastado.
- Você gosta de brincar no balanço, não gosta? Então vai brincar lá.
Eu pedi outra vez.
Mas ele simplesmente me lançou um sorriso inocente e disse,
- Eu gosto, mãe.
Mas eu prefiro ficar aqui com você.
E continuou a saltar feliz atrás de mim.
Após pisar em seu pé pela quinta vez, eu comecei a perder a paciência e insisti que fosse para fora brincar com as outras crianças.
Quando eu lhe perguntei porque estava agindo daquela forma, ele me olhou com aqueles doces olhos verdes e disse,
- Sabe o que é?
Na aula de domingo o professor disse para a gente andar nos passos de Deus.
Como não posso vê-lo, estou seguindo os seus.
Eu recolhi Igor em meus braços e o apertei bastante.
Lágrimas de amor e humildade derramaram sobre a oração que brotou em meu coração - uma oração de agradecimento pelo simples, contudo bonito ponto de vista de um menino de cinco anos.
Comece fazendo a sua parte: EVANGELIZANDO!!!

mensagem recebida por email, do padre Marcelo Rossi.

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

DÉCIMO PRIMEIRO DIA
Santo Antônio e a Cruz

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "Quem não toma a sua cruz e não me segue não é digno de mim (Mt 10,38)

PALAVRA DO SANTO: "O Cristão deve apoiar-se na Cruz de Cristo, como o peregrino se apoia no bastão quando empreende uma longa viagem... Dirijamos nossos olhares a Jesus, nosso Senhor, pregado na Cruz da Salvação".

ORAÇÃO: Senhor, o vosso amor se manifesta de infinitos modos, mas o maior gesto de amor ficou selado na Cruz redentora de vosso Pilho. "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus". Senhor, a Cruz também foi assumida por Santo Antônio e anunciada como o grande sinal da Ressurreição. Dai-nos fé e coragem para tomá-la a cada dia e seguir-vos na doação pêlos irmãos.
Amém!

PAI-NOSSO...AVE-MARIA...GLÓRIA AO PAI...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

CORPUS CHRISTI - 2009

O Sangue da Nova Aliança

Celebraremos nesta quinta(11/06) a festa de Corpus Christi,
a festa do Corpo e Sangue de Cristo,
a festa popular da Eucaristia.
Esta celebração nos faz compreender melhor
a Nova Aliança e o significado do Sacrifício de Cristo.

As três leituras apresentam a EUCARISTIA
como o Sacramento da Nova Aliança.
A antiga Aliança com Deus dá lugar à Nova Aliança em Cristo,
da qual participamos na Eucaristia.

A 1ª Leitura descreve o rito da ANTIGA ALIANÇA:
É uma premissa para entender o sentido da Eucaristia. (Ex 24,3-8)

Os antigos selavam um contrato de aliança com o sangue das vítimas oferecidas.
Moisés lembra as palavras e a Lei de Deus e
o povo se comprometeu a pô-las em prática.
Então Moisés asperge o povo com o sangue das vítimas o altar e o Povo.
O sangue, que é vida indica que a aliança é vital;
derramando sobre o Altar e o povo, indica que entre o povo e Deus há comunhão:
na fidelidade à aliança, o povo vive da vida de Deus.

Os dez mandamentos são um dos primeiros documentos
que reúnem os principais direitos do homem: direito à vida, à família,
à dignidade, à informação e expressão, à propriedade.

Essa Aliança foi rompida e restaurada inúmeras vezes.
Por isso, Deus promete, pela boca dos profetas,
uma NOVA ALIANÇA, que será cumprida com fidelidade.

A 2ª Leitura nos fala da NOVA ALIANÇA. (Hb 9,11-15)


O Sangue derramado de Cristo sela uma Aliança nova e definitiva
entre Deus e a humanidade.
Esta não precisará mais o sangue dos animais sacrificados.
Será um sacrifício definitivo, que não se repetirá,
só se atualizará continuamente na Eucaristia.

O Evangelho apresenta as características essenciais do Sacrifício de Cristo.

Cristo, oferecendo-se para a imolação, opera a libertação integral e definitiva.
Doa a sua vida como sacrifício da Nova Aliança e
ratifica essa Aliança definitiva entre Deus e os homens
através do seu sangue. (Mc 14,12-16.22-26)

A Aliança do Amor

Esta nova Aliança, selada com o sangue de Cristo,
supõe uma novidade radical nas relações entre os homens e Deus,
porque nova é a relação de Deus com os homens por Jesus Cristo.
Esta relação é a religião do amor.

Agora sim podemos compreender que Deus é amor.
Agora podemos estar seguros de uma coisa:
que Deus é antes de tudo "aquele que nos ama sem medida".
Agora devemos compreender que o cristianismo, que vem de Cristo,
é a religião do amor, da caridade, da solidariedade.

+ A Eucaristia é a mais bela invenção do amor

Pelo seu amor para conosco, Jesus reuniu na Eucaristia um sinal
provocado por sua ausência e o realismo de sua divina e humana presença.
Ele quis que o mesmo gesto de amor
fosse oferecido a todos os homens de todos os tempos.
Jesus desapareceu, ausentando-se na Ascensão.
Desde então, Senhor do espaço e do tempo,
pode abraçar com um só olhar todo o universo e sua história.
Esta distância esconde uma presença sempre real,
embora mais discreta para poder ser mais universal.

No sinal do Pão partido sobre a mesa da Igreja,
está a realidade da pessoa de Cristo, crucificado e ressuscitado,
verdadeiramente presente para nós.
Seu poder e amor infinito não ficam reduzidos a um puro símbolo
que lembra somente sua passagem por este mundo.
Ele quis permanecer conosco, realmente presente,
no pão partido e no cálice consagrado da nova aliança.

A Eucaristia é um véu sutil, que encobre a presença de Cristo
através do banquete divino.
No altar de todas as igrejas, no sacrário do templo mais simples,
no ostensório mais artístico que sai hoje em procissão pelas ruas das cidades,
Jesus, o Salvador, o Senhor, está verdadeiramente presente.
A Eucaristia é a mais bela invenção do amor de Cristo.

A Celebração da Eucaristia relembra aos peregrinos nesta terra,
a festa eterna, que é preparada para o fim dos tempos,
quando o Reino de Deus se manifestará em toda a sua plenitude.

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa
Do site: www.buscandonovasaguas.com

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

DÉCIMO DIA
Santo Antônio e a Eucaristia

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede" (Jo 6,35).

PALAVRA DO SANTO: "No altar, sob as aparências de pão e de vinho, está presente o próprio Jesus, vivo e glorioso, revestido daquela carne humana com que outrora ele se ofereceu e ainda hoje continua se oferecendo todos os dias como vítima ao divino Pai".

ORAÇÃO: Senhor Jesus Cristo, que na Eucaristia nos deixastes o memorial da vossa Páscoa, concedei-nos a graça de que este mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue realize a redenção e transforme a nossa vida numa comunhão sempre mais plena convosco e com os irmãos. Vós que viveis e reinais na unidade do Espírito Santo.
Amém!

PAI-NOSSO...AVE-MARIA...GLÓRIA AO PAI...

terça-feira, 9 de junho de 2009

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

NONO DIA
Santo Antônio e Maria

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS:"Maria, Tu és feliz porque acreditastes, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas"(Lc 1,45).

PALAVRA DO SANTO: "O Senhor criou o paraíso terrestre e colocou nele o homem, para que o cultivasse e o guardasse: infelizmente, Adão o cultivou mal. Foi então necessário que Deus plantasse outro paraíso, muitíssimo mais belo: Nossa Senhora".

ORAÇÃO (De Santo Antônio): Rainha nossa, insigne Mãe de Deus, nós te pedimos: faze com que nossos corações fiquem repletos da graça divina e resplandeçam de alegria celeste. Fortalece-os com a tua fortaleza e enriquece-os de virtudes. Derrama sobre nós o dom da misericórdia, para que obtenhamos o perdão de nossos pecados. Ajuda-nos a viver de modo a merecer a glória e a felicidade do céu.
Amém!

PAI-NOSSO... AVE-MARIA... GLÓRIA AO PAI...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

"EU TE ADORO, HÓSTIA DIVINA"

A propósito da adoração ao Santíssimo Sacramento e a missa:
Aprendendo da história

Frei José Ariovaldo da Silva, OFM

1. A prática de adorar o Santíssimo na missa hoje: alguns exemplos

Chega a ser impressionante, nestes últimos anos, a volta das manifestações de adoração ao Santíssimo Sacramento durante a celebração do memorial do sacrifício de Cristo, isto é, durante ou imediatamente após a missa.
Muita gente, na hora da consagração, tem o costume de sussurrar exclamações como: “Meu Jesus, eu te adoro”, ou, “Meu Senhor e meu Deus”, ou, “Senhor, eu creio em ti, mas aumentai minha fé” etc.
Muitos padres, na hora da consagração, levantam devagar e solenemente, bem alto, a hóstia consagrada e, depois, o cálice, para adoração dos fiéis. Olhos fixos no pão e no vinho consagrados, ao som das campainhas, todos adoram a Jesus que “desceu sobre o altar”, como dizem.
Há padres que, logo após a consagração, interrompem a Oração Eucarística, saindo com o Santíssimo Sacramento em procissão pela nave a Igreja – chamam essa procissão de “passeio” – para adoração dos fiéis com manifestações de aplausos, toques na hóstia por parte dos fiéis para receber a cura etc.
Muitos, após a consagração, substituem a aclamação memorial “Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição” por cantos de adoração como: “Eu te adoro, hóstia divina”, ou, “Bendito, louvado seja, o Santíssimo Sacramento” etc.
Muitos cristãos e cristãs, assim que recebem a comunhão têm o hábito de se ajoelhar na capela do Santíssimo Sacramento para adorar Jesus presente ali no sacrário. Como se não tivessem acabado de “receber Jesus” no templo do seu próprio corpo!...
Há padres – e leigos também – que incentivam a adoração do Santíssimo imediatamente após a missa, dando assim a impressão que a comunhão não valeu, ou valeu pouco. Pois, dada a importância que se dá à adoração e à bênção do Santíssimo logo após a missa, a comunhão no corpo e sangue de Cristo acaba caindo no esquecimento, em segundo plano. Como vi e ouvi, certa vez pela televisão, um padre animador proclamar solenemente e com todo entusiasmo para a multidão, assim que terminou a missa presidida pelo bispo: “Meus irmãos, agora vamos receber e bênção do Santíssimo Sacramento... Não existe bênção mais importante do que esta”! Conclusão: A maior bênção, que foi a participação no memorial do sacrifício de Cristo, isto é, na missa recém-celebrada, deixou de ser a mais importante!...
Alguns chegam a substituir a bênção final da missa pela bênção do Santíssimo Sacramento.
São alguns exemplos ilustrativos de como estão resgatando por aí o sentido da missa mais como ato de adoração ao Santíssimo do que como celebração do mistério pascal na forma de uma ceia. Inclusive com manifestações de adoração ao Santíssimo Sacramento imediatamente após a missa, colocando-a em segundo plano...
São costumes que tiveram uma origem, bem como um motivo por que se originaram, na história da Igreja. Vejamos o que diz a história a respeito. Ela pode nos ensinar muita coisa e nos iluminar em nossas práticas celebrativas da eucaristia hoje.

2. Quando e por que evoluiu a prática de adorar o Santíssimo na missa

A prática de adorar o Santíssimo Sacramento durante a missa se desenvolveu com toda força na passagem do primeiro para o segundo milênio. Em plena Idade Média, portanto.
Antes, isto é, no primeiro milênio, sobretudo até o século IX, a eucaristia era vista e vivida sobretudo como celebração memorial da páscoa de Cristo, em clima de ação de graças, da qual participava ativamente toda a assembléia, tendo como ponto alto desta participação a comunhão no corpo e sangue de Cristo. Não havia adoração ao Santíssimo durante a missa, como se entende e se faz hoje.
Aos poucos, porém, sobretudo a partir do século VIII-IX, a missa vai se tornando cada vez mais “coisa do padre”. Os motivos são vários, e não vem ao caso elencá-los aqui. Basta dizer que o clero vai aos poucos monopolizando tudo na celebração eucarística. Os padres começam a rezar a missa sozinho. E, mesmo havendo assembléia, adota-se o costume de os padres fazerem tudo sozinho (orações, leituras etc.), em voz baixa, de costas para o povo, em latim. O povo apenas assiste, de longe. Já não participa mais, como era antes.
Com isso, os cristãos perdem também o estímulo em participar também da comunhão recebendo o corpo e o sangue do Senhor. Esquecem-se assim da ordem que Jesus mesmo deu: “Tomai e comei... tomai e bebei”. (Jesus mandou comer e beber! Comer e beber é parte integrante e ponto alto da participação na missa). Cada vez menos gente participa da comunhão. Apenas assiste a “missa do padre”.
Outro fator que distancia o povo da mesa da comunhão na missa: Aos poucos, por influência dos povos franco-germânicos, os cristãos de nossa Igreja romana absorvem uma mentalidade quase doentia em relação à divindade, vendo nesta um ser terrível, ameaçador, vigiando e controlando nossas atitudes. Ligado a isso, se acentua uma mentalidade obsessiva em relação ao pecado, ao castigo, ao inferno e purgatório. O clima era, pois, de medo. Resultado: O povo fica com medo de comungar. Pois comungar significava aproximar-se do Juiz terrível e ameaçador e, possivelmente, correr perigo de castigo por nossos pecados.
Assim, no século XII, já praticamente ninguém comungava mais. Foi preciso que o quarto concílio do Latrão, realizado em 1215, decretasse uma lei determinando que todo católico devia comungar pelo menos uma vez por ano, por ocasião da páscoa, depois de fazer uma boa confissão. Pelo menos uma vez por ano! Como se vê, não era mais costume comungar em cada missa.
O que o povo fazia então, enquanto o padre, lá distante no altar, “rezava a missa”? Entretinha-se com rezas, novenas, devoções etc. E a comunhão, o povo a substituiu pela adoração da hóstia. Ver a hóstia, de longe, adorando-a, tornou-se uma forma de “comungar”. Por isso que, então, os padres adotaram o costume de levantar bem alto a hóstia e, depois, o cálice, na hora da consagração. Para o povo ver e prestar adoração ao Senhor terrível que “desceu sobre o altar”, na hóstia consagrada e no cálice de vinho. O desejo de ver a hóstia tornou-se então uma verdadeira febre para os fiéis, o ponto alto, o momento mais importante da missa. Introduziram até o costume de tocar campainhas na hora da elevação, exatamente para chamar a atenção e enfatizar o momento. Bastava ver a hóstia e o povo já se dava por muito feliz e satisfeito.
Outra informação: A partir do século IX, mas com maior vigor a partir do século XI, alguns teólogos de influência, dentre os quais destaca-se Berengário de Tours, andaram espalhando idéias que colocavam em dúvida a presença real de Jesus no pão e no vinho consagrados. A Igreja, em reação a estes movimentos heréticos, desencadeou todo um movimento no sentido de afirmar a fé na presença real. Para tanto, propagou e reforçou a prática da adoração ao Santíssimo Sacramento, dentro e fora da missa. Fora da missa, através de procissões do Santíssimo, bênçãos do Santíssimo etc. Consequência: A missa, distante do pensamento de Jesus e da prática dos cristãos dos primeiros séculos, se transforma numa espécie “fábrica de hóstias consagradas” para serem adoradas. Longe do pensamento de Jesus, porque na última ceia Jesus não disse “tomai e adorai”; ele disse “tomai e comei... tomai e bebei”!
Como você vê, o costume de adorar o Santíssimo Sacramento durante a missa foi desenvolvido na Idade Média, quando a Igreja havia perdido de vista o verdadeiro sentido da missa como celebração memorial da páscoa de Cristo e nossa (vejam o que Jesus disse: “Fazei isto em memória de mim”!), que tem seu ponto alto no momento da ceia (comunhão). A missa, em vez de ser em primeiro lugar um momento de adoração ao Pai, através do memorial do sacrifício de Cristo que se entrega, na força do Espírito Santo, transforma-se simplesmente numa ocasião privilegiada de adoração à hóstia consagrada, ou, ao Cristo presente no pão e no vinho; mas sobretudo no pão (na hóstia).
Esta mentalidade não foi superada nem com o concílio de Trento (séc. XVI). Perpassou os séculos seguintes, até hoje. Nosso Brasil foi evangelizado com esta mentalidade. Não tivemos outro tipo de evangelização eucarística (refiro-me ao modelo de compreensão dos primeiros séculos de cristianismo). O modelo medieval é que ficou muito bem arraigado no nosso subconsciente religioso. Por isso, o costume de adorar o Santíssimo na missa hoje, segundo os exemplos elencados no início deste artigo, mereceria todo um longo trabalho de evangelização.

3. Desafios para o futuro

Nesses últimos anos, o papa João Paulo II fala de uma nova evangelização. Nós diríamos: Precisamos re-evangelizar nossa cultura religiosa eucarística de tipo medieval, valorizando, à luz do concílio Vaticano II, a compreensão bíblica e dos Santos Padres no que se refere à celebração eucarística.
Não se trata de menosprezar e muito menos querer eliminar as devoções ao Santíssimo Sacramento. Trata-se de, teologicamente, colocar as coisas no seu justo lugar. Não misturar as coisas. Missa é missa. Adoração ao Santíssimo é outra, com seu sentido e valor[1]. A mistura é coisa da Idade Média que, como vimos, acabou colocando a adoração ao Santíssimo acima do verdadeiro sentido da missa.
Também não se trata de dizer que não adoramos Cristo na hora da missa[2]. Os Santos Padres o adoraram! Trata-se de evitar exageros que colocam a prática da adoração ao Santíssimo acima da Oração Eucarística e da própria comunhão eucarística.
Neste sentido, a CNBB nos dá com muita sabedoria a seguinte orientação: “Na celebração da Missa, não se deve salientar de modo inadequado as palavras da Instituição (= consagração), nem se interrompa a Oração Eucarística para momentos de louvor a Cristo presente na Eucaristia com aplausos, vivas, procissões, hinos de louvor eucarístico e outras manifestações que exaltem de tal maneira o sentido da presença real que acabem esvaziando as várias dimensões da celebração eucarística”[3].
Enfim, o grande desafio mesmo está em desenvolver na alma dos pastores e dos fiéis tudo o que o concílio Vaticano II resgatou em termos de teologia e celebração da eucaristia. Peço demais a Deus que o espírito deste importantíssimo concílio, no que diz respeito à eucaristia, não seja abafado pelo individualismo religioso tão forte nesta nova passagem de milênio.

Bibliografia

ALDAZÁBAL José. A Eucaristia. In: BOROBIO Dionísio. A celebração na Igreja 2: Sacramentos. São Paulo: Loyola, 1993, p. 204-244 (“Evolução histórica e compreensão eclesial da eucaristia”).
BASURKO Xavier & GOENAGA José Antônio. A vida litúrgico-sacramental da Igreja em sua evolução histórica. In: BOROBIO Dionísio. A celebração na Igreja 1: Liturgia e sacramentologia fundamental. São Paulo: Loyola, 1990, p. 37-160 (sobretudo p. 84ss.).
CABIÉ Robert. A Eucaristia. In: MARTIMORT Aimé Georges (Org.). A Igreja em oração II. Petrópolis: Vozes, 1989 (sobretudo p. 130-132: “A devoção medieval”).
COLDEBELLA Silde. Adoração na missa?. In: Revista de Liturgia n. 153 (mai/jun 1999), p. 33-34.
LUTZ Gregório. A presença real de Jesus Cristo na eucaristia. In: Revista de Liturgia n. 153 (mai/jun 1999), p. 8-10.
MARSILI Salvatore. Teologia da celebração da eucaristia. In: VV.AA. A eucaristia: teologia e história da celebração (= Anámnesis 3). São Paulo: Paulinas, 1987, p. 7-202.
MELO José Raimundo de. A participação da assembléia dos fiéis na celebração eucarística ao longo da história: e-volução ou in-volução?. In: Perspectiva Teológica 32 (2000), p. 187-220.
VISENTIN Pelágio. Eucaristia. In: SARTORE Domenico & TRIACCA Achille M. Dicionário de Liturgia. São Paulo: Pulinas, 1992, p. 395-415 (sobretudo p. 399-402: “A celebração eucarística: as grandes etapas de sua evolução histórica”).
[1]Cf. SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO, A sagrada comunhão e o culto do mistério eucarístico fora da missa, 7a ed., Paulus, São Paulo 1975 onde, entre outras coisas, ensina que “a finalidade primária e primordial de conservar a Eucaristia fora da Missa é a administração do Viático (= comunhão para os enfermos); são fins secundários a distribuição da comunhão e a adoração de nosso Senhor Jesus Cristo presente no Sacramento. A conservação das sagradas espécies para os enfermos introduziu o louvável costume de adorar-se este alimento celeste conservado nas igrejas. Este culto de adoração se apóia em fundamentos válidos e firmes, sobretudo porque a fé na presença real do Senhor tende a manifestar-se externa e publicamente” (Introdução, n. 5, p. 10).
[2]O próprio missal prescreve uma genuflexão do sacerdote na hora da consagração, primeiro para adorar a hóstia consagrada e depois para adorar o cálice.
[3]CNBB, Orientações pastorais sobre a Renovação Carismática Católica (= Documentos da CNBB 53), Paulinas, São Paulo 1994, n. 41, p. 22.
Do site: www.catedralchapeco.org.br

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

OITAVO DIA
Santo Antônio e o Espírito Santo

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "O Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos lembrará tudo o que eu vos disse". (Jo 14,26)

PALAVRA DO SANTO: "Em contato com o Espírito Santo, a alma vai, pouco a pouco, perdendo suas manchas, sua frieza, sua dureza e transformando-se totalmente naquele fogo aceso nela".

ORAÇÃO: Ó Deus, vosso Espírito criou do nada todas as coisas; tornou-se a força dos profetas e a coragem dos mártires. Pelo Espírito Santo, vosso Filho foi concebido no seio de Maria e por ele nasceu a Igreja no mundo. Vosso Espírito fez de Antonio o santo de todos os povos e o pregador de vossa Palavra. Que sua luz nos ilumine sempre e nos transforme, de pecadores que somos, em santos para vossa glória.
Amém!

PAI-NOSSO... AVE-MARIA... GLÓRIA AO PAI...

domingo, 7 de junho de 2009

PROFISSÃO DE FÉ

creio (Simbolo Niceno - Constantinopolitano)

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos.
Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,
gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas.
E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus,
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado.
Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho;
e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica.
Professo um só batismo para a remissão dos pecados,
e espero a ressurreição dos mortos
e a vida do mundo que há de vir.
Amém.

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

SÉTIMO DIA
Santo Antônio e Jesus Cristo

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "Jesus Cristo é sempre e o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade. Não vos deixeis desviar por doutrinas estranhas" (Hb 13, 8-9)

PALAVRA DO SANTO: "Ele veio para ti para poderes ir a Ele".

ORAÇÃO: Senhor, vós revelastes o vosso amor, vossa bondade, vosso perdão e vossa imagem em Cristo Jesus. Fazei que possamos reconhecê-lo e amá-lo, segui-lo e indicá-lo sempre aos nossos irmãos, pelo exemplo de vida, por nossas boas obras e pela nossa palavra. Por intercessão de Santo António, fazei que nossa fé seja sempre mais viva e nossa missão sempre mais corajosa e fiel.
Amém!

PAI-NOSSO... AVE-MARIA... GLÓRIA AO PAI...

sábado, 6 de junho de 2009

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)


SEXTO DIA
Santo Antônio, modelo de amor

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "O meu mandamento é este: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Não existe maior amor do que dar a vida pêlos amigos" (Jo 15,13).

PALAVRA DO SANTO: "Existe um só amor para com Deus e para com o próximo. Este é o Espírito Santo, porque Deus é Amor".

ORAÇÃO: Senhor, vós sois amor revelado na Trindade. Por amor nos criastes e por amor nos sustentais. No amor nos salvastes e no amor nos destes o primeiro e o maior de todos os mandamentos. Com Santo António, modelo de amor, possamos nos dedicar ao vosso serviço, no serviço dos irmãos. Senhor, que vosso amor se torne sempre mais a grande força transformadora do mundo. Por Cristo, na unidade do Espírito Santo.
Amém!

PAI-NOSSO... AVE-MARIA... GLÓRIA AO PAI...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A TRINDADE

A festa da TRINDADE nos convida a refletir
sobre o Mistério da vida íntima de Deus e
conhecer melhor quem é nosso Deus.
Ele se revela como Pai, Filho e Espírito Santo.
Deus, que conduz nossa história, nos faz seus filhos
e está conosco para sempre.

A 1ª Leitura apresenta o Deus da ALIANÇA. (Dt 4, 32-34.39-40)

É parte de um discurso de Moisés, no final de sua vida,
em que resume a Aliança e suas exigências.
Convida Israel a contemplar a história e o contínuo empenho do Senhor
no sentido de oferecer ao seu povo a Vida e a Salvação.
E dá pistas para reconhecer o verdadeiro rosto de Deus.

É um Deus que estabelece COMUNHÃO e familiaridade com seu Povo.
Vem ao encontro dos homens, fala com eles,
indica-lhes caminhos seguros de liberdade e de vida,
está sempre atento aos problemas dos homens,
intervém no mundo para nos libertar de tudo aquilo que nos oprime
e para nos oferecer perspectivas de vida plena e verdadeira.

- E conclui convidando o Povo a cumprir os mandamentos do Senhor,
pois são sugestões de um Deus que nos ama
e quer a nossa felicidade e a nossa plena realização.

* O Antigo testamento não conhecia o Mistério da Trindade.
Nessa etapa, aparece a UNICIDADE e a ESPIRITUALIDADE de Deus,
assim como os atributos de ONIPOTÊNCIA e MISERICÓRDIA

Na 2ª Leitura, S. Paulo ressalta que mediante o Espírito
podemos chamar Deus de "Abba", "PAI". (Rm 8,14-17)

No Evangelho, Jesus envia os discípulos em Missão
para pregar o Evangelho e Batizar em nome da TRINDADE. (Mt 28,16-20)

O texto descreve o encontro final entre Jesus e os discípulos.
Nele aparece uma fórmula trinitária usada no batismo cristão.
Ser batizado é estabelecer uma relação pessoal com a comunidade trinitária.
Os discípulos recebem a missão de introduzir todos os homens
na família de Deus.

+ A celebração da festa da Trindade
não é um convite para decifrar o Mistério de um Deus em três pessoas,
mas um convite para contemplar Deus que é AMOR
e vive em comunhão de pessoas e
nos convida a participar da vida íntima de Deus.
O Prefácio de hoje afirma:
"Com o vosso Filho único e o Espírito Santo sois um só Deus e um só Senhor. Não uma única pessoa, mas três pessoas num só Deus.
Tudo o que revelastes e nós cremos a respeito de vossa glória
atribuímos igualmente ao Filho e ao Espírito Santo.
E, proclamando que sois o Deus eterno e verdadeiro,
adoramos cada uma das pessoas, na mesma natureza e igual majestade".

Esse Mistério é algo tão sublime, que supera nossa capacidade de compreender,
mas podemos e devemos crescer no conhecimento de Deus...
Sabemos da existência desse Mistério, porque Jesus nos revelou.

Por que Cristo nos revelou esse Mistério?

+ Certamente, não foi para ser um problema para nossa compreensão.
Pelo contrário, porque Deus nos ama, ele quer
que participemos ainda mais de perto de sua vida de amor.
O próprio Cristo nos apontou o modo:
"Se alguém me ama, guardará as minhas palavras;
e meu Pai o amará e nós viremos a ele e
faremos nele a nossa morada..."

Que verdade consoladora: a nossa pessoa ser um Templo da Trindade...
- Em nós está o PAI, que nos chamou do nada, insuflou-nos o sopro da vida,
deu-nos um nome, confiou-nos uma missão.
- Em nós está o FILHO, que entregou sua vida por nós,
imagem do Filho de Deus a ser imitada e reproduzida por todos nós.
- Em nós está o ESPÍRITO SANTO,
que nos ilumina e fortalece nos caminhos de Deus.

E toda essa maravilha começou em nós desde o nosso BATISMO.
Ao longo de nossa vida, temos a missão de guardar com todo o cuidado.

+ A Santíssima Trindade é a melhor Comunidade.
Nela somos chamados a renovar o nosso compromisso batismal,
de ser reflexos da Trindade, sinais de comunhão, partilha e esperança,
num mundo tão dividido, individualista e desesperançado.
Crer na Trindade é viver a fé profundamente e experimentar pessoalmente o Amor do Pai. Quem crê na Trindade é também solidário com todos os homens.

- A Bíblia nos conta que em Moisés, após ter falado com Deus,
dois raios de luz tão intensa iluminavam sua face,
que não podiam olhar para ele...

Que todos quantos nos encontrarem nessa semana,
após esse nosso encontro com Deus nessa celebração,
possam ver em nós, alguém que também se encontrou com seu Deus...

Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 07.06.2009
Do site: www.buscandonovasaguas.com

TREZENA DE SANTO ANTONIO (INDIVIDUAL OU EM FAMÍLIA)

QUINTO DIA
Santo Antônio modelo de esperança

SINAL DA CRUZ

PALAVRA DE DEUS: "A tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade comprovada produz a esperança. E a esperança não decepciona" (Rm 5, 4-5).

PALAVRA DO SANTO: "A esperança é a expectativa dos bens futuros... Ao desesperado falta a coragem para progredir".

ORAÇÃO: Senhor, como faz bem ter esperança e cultivar a esperança. Em vós nossas esperanças sempre encontram resposta. E a cada resposta que vem de vós, nasce uma nova esperança. Nós vos pedimos, Senhor, que nosso coração seja fortalecido pela virtude da esperança e que nosso olhar se fixe lá onde se encontram as verdadeiras e eternas alegrias. Com Santo Antônio, renovai nossas esperanças em Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo.
Amém!

PAI-NOSSO...
AVE-MARIA...
GLÓRIA AO PAI...