Como nos organizamos?

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segunda-feira, 29 de março de 2010

CURSO BÍBLICO - LIÇÃO Nº 06

A caminhada da grande catequese de Jesus
Leitura Bíblica: Lc 9,51-52

Estamos observando como o Evangelho de Lucas de estrutura.

1. Nesta apresentação da Lição 05, ele está organizado em 7 partes:
Prólogo
1. Nascimento e vida oculta de João Batista e de Jesus;
2. Preparação do ministério de Jesus;
3. Ministério de Jesus na Galiléia;
4. A subida para Jerusalém;
5. Ministério de Jesus em Jerusalém;
6. A Paixão;
7. Após a Ressurreição.

2. Vamos considerar bem agora a IV parte: A subida para Jerusalém. Retornemos o esquema da Lição nº 05. A subida para Jerusalém é uma decisão consciente e corajosa de Jesus porque lá vai enfrentar a mais dura rejeição, a morte de cruz. Por isso, Lucas diz que Jesus "tomou a firme decisão de partir para Jerusalem" (Lc 9,51).

3. Na grande viagem à Jerusalém, os discípulos vão com Jesus. Jesus se ocupa especialmente com eles e ensina-lhes muitas coisas. Ensina-lhes, particularmente, as atitudes características do discípulo e da discípula. Eles devem aprender com Jesus nesta caminhada à Jerusalém. Depois, deverão partir de Jerusalém para testemunhar Jesus por toda parte. Deverão fazer a caminhada. Lucas faz questão de mostrar esta caminhada de Jesus como uma grande catequese. (Do livro da CNBB - Hoje a Salvação entrou nesta casa).

sexta-feira, 26 de março de 2010

CURSO BÍBLICO - LIÇÃO Nº 05 (CONTINUAÇÃO)

5ª parte
Lc 19,28-21,38
Ministério de Jesus em Jerusalém

Capítulo 19 - Entrada messiânica em Jerusalém; Jesus aprova as aclamaçõea de seus discípulos; Lamentação sobre Jerusalém; Os vendedores expulsos do Templo; Ensinamento no Templo.

capítulo 20 - Pergunta dos judeus sobre a autoridade de Jesus; Parábola dos vinhateiros homicidads; O tributo a César; A ressurreição dos mortos; Cristo, filho e Senhor de Davi; Jesus julga os escribas.

Capítulo 21 - A oferta da viúva; Discurso sobre a ruína de Jerusalem; Introdução; Os sinais precursores; O cerco; A catástrofe e os tempos dos pagãos; As catástrofes cósmicas e a manifestação gloriosa do Filho do Homem; Parábola da Figueira; Vigiar para não ser surpreendido; Os últimos dias de Jesus;

6ª parte
Lc 22,1-23,56
A paixão

Capítulo 22 - Conspiração contra Jesus e traição de Judas; Preparativos da ceia pascal; A ceia pascal; Instituição da eucaristia; Anúncio da traição de Judas; Quem é o maior; Recompensa prometida so apóstolos; Anúncio da negação e da conversão de Pedro; A hora do combate decisivo; No monte das Oliveira; Prisão de Jesus; Negações de Pedro; Primeiros ultrajes; Jesus diante do Sinédrio.

Capítulo 23 - Jesus perante Pilatos; Jesus perante Herodes; Jesus novamente diante de Pilatos; A caminho do Calvário; A crucifixão; Jesus na cruz, sujeito à zombaria e ultrajes; O "bom ladrão"; A morte de Jesus; Após a morte de Jesus; O sepultamento.

7ª parte
Lc 24,1-53
Após a Ressurreição

Capítulo 24 - O sepulcro vazio; Mensagem do anjo; Os apóstolos recusam o testemunho das mulheres; Pedro junto ao túmulo; Os dois discípulos de Emaús; Jesus aparece aos apóstolos; Últimas instruções aos apóstolos; A ascensão.

domingo, 21 de março de 2010

CURSO BÍBLICO - LIÇÃO Nº 05 (CONTINUAÇÃO)

4ª Parte
Lc 9,51-19,27
A subida para Jerusalém

Capítulo 9 - Má acolhida num povoado da Samaria. Exigências da vocação apostólica;

Capítulo 10 - Missão dos setenta e dois discípulos; Qual é o motivo de alegria para os apóstolos?; O evangelho revelado aos simples; O Pai e o Filho; O privilégio dos discípulos; o Grande mandamento; Parábola do Bom Samaritano; Marta e Maria;

Capítulo 11 - O Pai-Nosso; O amigo importuno; Eficácia na oração; Jesus e Belzebu; Intransigência de Jesus; Retorno ofensivo do espírito impuro; A verdadeira bem-aventurança; O sinal de Jonas; Dois ditos sobre a lâmpada; Contra os fariseus e os legistas

capítulo 12 - Falar abertamente e sem temor; Não entesourar; Abandonar-se à Providência; Vender os bens e distribuir aos pobres; Prontidão para o retorno do Mestre; Jesus diante de sua paixão; Jesus, causa de divisões; Discenir os sinais do tempo.

Capítulo 13 - Convites providenciais ao arrependimento; Parábola da figueira estéril; Cura da mulher encurvada, em dia de sábado; Parábola do grão de mostarda; Parábola do fermento; A porta estreita;A rejeição dos judeus infiéis e o chamado dos pagãos; Herodes, uma raposa; Palavra sobre Jerusalém.

Capítulo 14 - Cura de um hidrópico em dia de sábado; A escolha dos lugares; A escolha dos convidados; Os convidados que recusam o banquete; Renunciar ao que temos de mais caro; Renúncia a todos os bens; Não se tornar insosso.

Capítulo 15 - As três parábolas da misericórdia: A ovelha perdida, a dracma perdida, o filho perdido e o filho fiel: o "fiho pródigo".

Capítulo 16 - O administrador infiel; O bom emprego do dinheiro; Contra os fariseus, amigos do dinheiro; Assalto ao Reino; Perenidade da Lei; Indissolubilidade do matrimônio; O mau rico e o pobre Lázaro.

Capítulo 17 - O escândalo; Correção fraterna; Poder da fé; Servir com humildade; Os dez leprosos; A vinda do Reino de Deus; O dia do Filho do Homem.

Capítulo 18 - O juiz iníquo e a viúva importuna; O fariseu e o publicano; Jesus e as criancinhas; O rico de notável posição; O perigo das riquezas; Recompensa prometida ao desapego; Terceiro anúncio da paixão; O cego de Jericó;

Capítulo 19 - Zaqueu; Parábola das minas.

sábado, 20 de março de 2010

Miniassembléia

Estou postando aqui o material que nos foi apresentado na miniassembléia que aconteceu nesta manhã na nossa Paróquia e que foi muito proveitosa. Vale a pena tomar conhecimento.
O objetivo desse evento foi fazer uma repasse das deliberações emanadas da Assembleia Pastoral Arquidiocesana, realizada logo após o carnaval, que contou com a participação de todos os grupos ligados a Arquidiocese de Olinda e Recife, onde foram discutidos vários temas entre os quais o Documento de Aparecida.

Apresentação Paroquial Urbana
A missão hoje
Um novo povo de discípulos e missionários
Paróquia Missionária
Vicariatos Territoriais e Comissões Arquidiocesanas

sexta-feira, 19 de março de 2010

Significado do Sinal da Cruz

Muitos de nós nos benzemos com o sinal da cruz, mas não paramos para meditar cada gesto que forma o sinal em nossa face. Alguns de nós pode ter aprendido este significado quando ainda era muito pequeno, no tempo da catequese, e por essa razão ter esquecido. Outros nunca tiveram acesso a essa explicação.
O sinal da cruz não é apenas um gesto simbólico. Cada uma das suas três partes tem um significado. Com o dedo polegar inicia-se:
Pelo sinal, da Santa cruz. Esta cruz é feita na testa. O seu significado é livrar a nossa mente dos pensamentos ruins, negativos e desanimadores.
Livra nos Deus, Nosso Senhor. Este sinal é feito em cima de nossa boca. O seu significado é poupar a nossa palavra de magoar, ferir e até mesmo matar quem nos ouve. Sabia que a palavra mata, fere? Assim, nós pedimos, com o sinal da cruz, que saiam de nossa boca só palavras de paz, amor, encorajamento e fé.
Dos nossos inimigos. Este sinal é feito sobre o nosso peito. O seu significado é proteger o nosso corpo, o nosso coração, de todos aqueles que nos quiserem fazer o mal. E que este mal jamais parta de nós mesmos.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.
Façamos o sinal da cruz com a mão direita aberta, toque a testa com a ponta dos dedos, dizendo: "Em nome do Pai ..." desça em linha vertical até a altura do estômago: "...e do Filho..." leve a mão ao ombro esquerdo: "...e do Espírito Santo"..., leve a mão ao ombro direito e conclua: "Amém". E não precisa dar o "tapinha na boca" nem beijar os dedos. Devemos sempre através de nosso exemplo de Cristãos autênticos buscar corrigir nossos irmãos que ainda não conhecem e ensiná-los o significado importantíssimo do sinal da cruz, usando-o é claro, o bom senso para não ferir nem magoar ninguém. Sinal este que hoje, muitas vezes, passa despercebido seu verdadeiro significado.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Curso de Catequese Bíblica

Curso de Catequese Bíblica na UNICAP
Professor: Pe. Cláudio Sartori
Objetivo: Introdução aos fundamentos e atualidade da Catequese à luz das Sagradas Escrituras
Carga horária: 30 h/a
Período de realização: Sextas-feiras, de 19/03 a 02/07/10
Horário: 14h às 16h
Sala: Espaço Loyola – térreo do Bloco B
Vagas: 50
Investimento: R$57,00
Informações: Pró-reitoria Comunitária
Fones: 2119-4140 / 2119-4146
Inscrições: http://www.unicap.br/NaoTemIdade/

sexta-feira, 12 de março de 2010

Iníco da catequese

SÁBADO PASSADO INCIAMOS COM OS ENCONTROS DA CATEQUESE.
ESPERAMOS PODER CONTAR COM TODOS.
QUEM JÁ FEZ 1ª EUCARISITA FICARÁ NA TURMA DA PERSEVERANÇA.
ATÉ LÁ!

AMANHÃ, 13/03, HAVERÁ INSCRIÇÃO PARA QUEM QUER FAZER O ENCONTRO DE ADOLESCENTES COM CRISTO. SERÁ NO SALÃO PAROQUIAL.

Inscrição para fazer o Encontro de Adolescentes com Cristo (EAC)

Quando: 13/03 (sábado)

Hora: 15h às 18h

Local: Salão Paroquial de Casa Forte

Valor: R$ 30

Data do Encontro: 29 e 30 de maio

Vagas Limitadas

Obs.: O adolescente tem de ter, no final de semana do encontro, entre 13 e 17 anos.

É obrigatória a presença do adolescente que vai fazer o encontro no ato da inscrição.


quarta-feira, 3 de março de 2010

QUARESMA, TEMPO DE RELACIONAMENTO

Dom Genival Saraiva
Bispo de Palmares - PE

Pastoralmente, a quaresma tem uma linguagem própria, dentro do Ano Litúrgico. Situada no Ciclo da Páscoa, prepara os fiéis para a celebração do Tríduo Pascal - mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. A centralidade da Ressurreição de Cristo, que se expressa na alegria do Aleluia, se prolonga durante cinquenta dias, até chegar o dia de Pentecostes.

A preparação para uma celebração importante, num período mais longo, como Advento e Quaresma, ou numa Vigília, como a de Natal e Páscoa, tem uma significação especial na Liturgia. Assim, na preparação para a Páscoa, durante quarenta dias, a quaresma toca consciências e corações, movendo as pessoas na direção de Deus, do mundo e do próximo, mediante a oração, o jejum e a esmola; “essas três práticas atingem de modo profundo os três principais relacionamentos do homem: com Deus, pela oração, com a natureza criada, pelo jejum e com o próximo, pela esmola.” Na verdade, essas práticas sempre estiveram presentes na vida religiosa do povo, porém, muitas vezes, perderam sua razão de ser, por sua formalidade e exterioridade. Em diversas passagens do Antigo Testamento, os profetas dizem que Deus abomina esse tipo de prática exterior que não exprime um relacionamento sincero com Ele. Jesus, na Nova Aliança, exalta o valor da oração, do jejum e da esmola, mas também mostra a sua nulidade, quando, ao praticá-las, as pessoas buscam a sua autoexaltação. (cf Mt 6, 1-17) A Igreja, fiel ao ensinamento de Jesus, continua ensinando o sentido da oração, do jejum e da esmola na vida dos cristãos.


Pela oração, se estabelece o relacionamento entre criador e criatura; dessa maneira, o homem, saindo de si mesmo, mantém-se em comunhão com Deus; em oração, ele se vê numa relação de maior proximidade de Deus que, não obstante a sua natureza transcendental, se deixa encontrar. (cf Is 55,6) A quaresma favorece a vivência da oração das pessoas, em momentos silenciosos do seu dia, ou quando as comunidades cristãs se reúnem, comumente, em caminhadas penitenciais, na busca da conversão, do aprofundamento espiritual e do testemunho da caridade.


O jejum não consiste apenas na redução do consumo de alimentos; as pessoas privam-se deles por uma causa maior, o Reino de Deus, “sobretudo abstendo-se do pecado.” Ao abster-se da porção habitual de alimento, ninguém compromete a saúde e exercita a pedagogia do autodomínio, de que tanto necessita, em situações concretas. A natureza também favorece o encontro com Deus quando a pessoa, “fazendo uso dos bens terrenos”, entre os quais estão os alimentos, tem a sensação de segurança e de realização. Em face do alimento, uns cometem o pecado capital da gula, quando o consomem em demasia; nessa matéria, tem maior gravidade o pecado social dos “povos da opulência”, diante dos “povos da fome”, como ensina Paulo VI, na Encíclica Populorum Progressio: “Os povos da fome dirigem-se hoje, de modo dramático, aos povos da opulência.”


A esmola aproxima as pessoas entre si. Assim escreveu São Leão Magno, Papa, no século V: “São inúmeras as obras de misericórdia, o que permite aos verdadeiros cristãos tomar parte na distribuição de esmolas, sejam eles ricos, possuidores de grandes bens, ou pobres, sem muitos recursos. Apesar de nem todos poderem ser iguais na possibilidade de dar, todos podem sê-lo na boa vontade que manifestam.” Pelo gesto da esmola, cada um está se relacionando com Deus, de quem o necessitado é imagem e semelhança.


O bom senso haverá de distinguir o assistencialismo interesseiro de um doador da ação caritativa do esmoler, a conduta clientelista do político da iniciativa solidária da comunidade, a exploração do pedinte oportunista da situação do pobre necessitado.


A quaresma adquire seu real sentido quando é bem celebrada nas comunidades, como rito, e quando as suas exigências são devidamente observadas pelos cristãos.

CURSO BÍBLICO - LIÇÃO Nº 05

Como está organizado o Evangelho de Lucas

Leitura bíblica: Lc 4,14-15

O Evangelho de Lucas está muito bem organizado. O modo como ele organiza o seu Evangelho já ajuda a compreender a sua mensagem.
Apresentamos aqui uma divisão em 7 partes. Vamos estudá-las devagarzinho.

1,1-4 – Prólogo

1ª PARTE
Lc 1,5-2,52 (Nascimento e vida oculta de João Batista e de Jesus)

Capítulo 1 – Anúncio do nascimento de João Batista; Anunciação; A visitação; O Magnificat; Circuncisão de João Batista; O Benedictus; Vida oculta de João Batista.

Capítulo 2 – Nascimento de Jesus e visita dos pastores; Circuncisão de Jesus; Apresentação de Jesus no Templo; O nunc dimitis; Profecia de Simeão; Profecia de Ana; Vida oculta de Jesus em Nazaré; Jesus entre os doutores; Ainda a vida oculta em Nazaré.

2ª PARTE
Lc 3,1-4,13 (Preparação do Ministério de Jesus)

Capítulo 3 – Pregação de João Batista; Prisão de João Batista; Batismo de Jesus; Genealogia de Jesus.

Capítulo 4 – Tentação no deserto.

3ª PARTE
Lc 4,14-9,50 (Ministério de Jesus na Galiléia)

Capítulo 4 – Jesus inaugura sua pregação; Jesus em Nazaré; Jesus ensina em Cafarnaum e cura em endemoniado; Cura da sogra de Simão; Diversas curas; Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Judéia.

Capítulo 5 – Vocação dos quatro primeiros discípulos; Cura de um leproso; Cura de um paralítico; Vocação de Levi: Refeição com os pecadores na casa de Levi; Discussão sobre o jejum.

Capítulo 6 – As espigas arrancadas; Cura de um homem com a mão atrofiada; Escolha dos doze; As multidões seguem a Jesus; Discurso inaugural; As bem aventuranças; As maldições; O amor aos inimigos; Misericórdia e gratuidade; Condições de zelo; Necessidade da prática.

Capítulo 7 – Cura do servo do centurião; Ressurreição do filho da viúva de Naim; Pergunta de João Batista e testemunho que lhe presta Jesus; Julgamento de Jesus sobre sua geração; A pecadora perdoada.

Capítulo 8 – Mulheres que seguem a Jesus; Parábola do semeador; Por que Jesus fala em parábolas; Explicação da parábola do semeador; Como receber e transmitir o ensinamento de Jesus; Os verdadeiros parentes de Jesus; A tempestade acalmada; O endemoniado geraseno; Cura de uma hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo.
Capítulo 9 – Missão dos doze; Herodes e Jesus; Volta dos apóstolos e multiplicação dos pães; Profissão de fé de Pedro; Primeiro anúncio da paixão; Condições para seguir a Jesus; A vinda próxima do Reino; A transfiguração; O endemoniado epilético; Segundo anúncio da paixão; Quem é o maior; Uso do nome de Jesus.