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quarta-feira, 26 de maio de 2010

CURSO BÍBLICO - LIÇÃO Nº 16

A parábola do Pródigo
Leitura Bíblica: Lc 15,1-2

A parábola do filho pródigo... quem não a conhece? Está no evangelho de Lucas e só nele, no capítulo 15. Num dia destes estive em Palmeira dos Índios assessorando um curso de Bíblia sobre os Evangelhos. Um dos dias, passamos estudando a parábola do filho pródigo. Descobrimos muitas coisas interessantes. Muitas surpresas nós tivemos no estudo desta historieta que Jesus contou. (Só pra lembrar: este curso bíblico foi feito pelo Padre João Carlos)

Uma primeira coisa que nós notamos desde o início é que Jesus estava falando a dois tipos de pessoas. Jesus estava acompanhado dos publicanos e pecadores. E havia também um grupo que estava criticando Jesus: eram os fariseus e os escribas. Olhando direitinho nós enxergamos que Jesus estava vendo que naquela roda de conversa estavam judeus, herdeiros da mesma promessa, chamados à mesma proposta do Reino. Ficamos pensando: talvez seja por isto que nesta história ele fale de dois filhos do mesmo pai. E logo fomos identificando: uns estão agindo como o filho mais novo: estão voltando à casa do Pai. Outros não estão quereendo aceitá-los de volta: o irmão mais velho.

Esses pecadores e publicanos quem eram? Quisemos olhar melhor. Pecadores - entendemos - era o povo que não conhecia a lei, e não a praticava com a fidelidde que os fariseus ensinavam, alguns porque eram analfabetos, não tinham estudo da Bíblia,outros porque não podiam cumprir aquelas leis, outros porque trabalhavam em profissões consideradas indignas, impuras, como os publicanos que recolhiam impostos para os romanos.

Mas, esse povo que estava escanteado ou afastado da casa do Pai estava voltando. Jesus os estava reunindo, Jesus os estava acolhendo, abraçando. Jesus estava fazendo o papel do Pai da parábola: estava devolvendo ao moço faminto e humilhado a sua dignidade de filho. E fazendo festa pela sua volta: por isso se via Jesus em tantos banquetes e festas. Então os pecadores são os filhos mais novos... puxa! E como conseguem ser reintegrados no Reino, na Aliança, na casa do Pai? Resposta: Caíram em si e voltaram: o que a gente chama de "conversão". E não foi só isso. A esse movimento de conversão, o Pai respondeu com sua compaixão: é disso mesmo que fala o texto. O Pai correu e o abraçou e neste abraço o perdoou e o reintegrou na sua dignidade de filho. Por isso anel, sandália, túnica. Por isso a festa: o novilho cevado, a música, as danças.

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