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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Sabedoria na resistencia - parte 4



A religião: os “divinos” imperadores
 
O império romano era politeísta.

De modo geral deixava que cada um adorasse e cultuasse os deuses que quisesse. Mas, ideologicamente, obrigava os povos conquistados a cultuar também os deuses romanos. 

A partir de Otaviano, que se intitulou Augusto, os imperadores romanos também passaram a considerar-se “divinos”, isto é, semideuses, merecendo por isso um culto a sua imagem.

 No caso de Israel, devido ao zelo extremo pela religião monoteísta e a absoluta proibição de imagens com objeto de culto, os romanos foram mais brandos na exigência do culto ao imperador. Impuseram, porém, o oferecimento de um sacrifício diário ao imperador no Templo de Jerusalém, em substituição ao culto deles.

Os judeus estavam dispensados do serviço militar obrigatório nas legiões e tinham seu próprio tribunal, o Sinédrio, para julgar casos envolvendo os judeus. Mas o Sinédrio tinha um poder limitado: o julgamento de alguns delitos era reservado aos romanos, especialmente aqueles que implicavam pena de morte.

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